On the Road – Peru – Day 3 – Huaraz (a chegada)

Manhã se segunda-feira parece um filme de terror na vida de grande parte desta sociedade, não é mesmo? Porém, quando estamos de férias a situação muda completamente, ainda mais se a sua segunda te reserva uma tão esperada viagem para Huaraz!

A caminho de Huaraz – foto by Évelin Karen

Após um domingo super agitado no meu tour Ica – Paracas, acordei antes do despertador tocar e as 07:30 já estava na rua, “no pique da Globo”, tentando achar um lugar legal pra tomar café e uma casa de câmbio aberta. Aproveitei para dar uma volta tranquilamente pelas ruas de Miraflores e pude constatar que o comércio abre apenas após as 9, por isso tive que enrolar e esperar os lugares abrirem pra conseguir resolver minha vida.

Antes de sair do hostel eu abri as mensagens do grupo Peru do Whatsapp e li sobre um acidente que tinha acontecido naquela noite na estrada para Huaraz deixando dezenas de mortos. Confesso que fiquei bem assustada, considerando que no sábado tinha acontecido o acidente nos tubulares e algumas semanas antes um acidente envolvendo dois trens que fazem o trajeto pra Águas Calientes (Machu Picchu). Parecia que a bruxa estava solta e rondando por ali.

De volta no Hostel fiz meu check out, chamei um Uber e fui para a rodoviária da Línea que me levaria para a cidade de Huaraz. Pelo que vi, por ali não existem muitas rodoviárias com ônibus de várias empresas. Por isso é comum cada ônibus sair da garagem da empresa que ele pertence. Eu escolhi a Línea porque tinha lido a respeito na internet e não tinha encontrado reclamações nos blogs que pesquisei. Como vi que alguns viajantes recomendavam e o valor da passagem estava barato (30 soles) acabei comprando pela internet mesmo e com cerca de um mês de antecedência o que me garantiu o assento da frente que fica ao lado da janela, ou seja, viajei de camarote!

A rainha do camarote – Foto by Évelin Karen

Despachei minha bagagem, aguardei alguns minutos e embarquei para a tão esperada Huaraz. Fazia mais um dia bem cinzento em Lima. Como pesquisei um pouco antes de escolher meu destino, decidi viajar durante o dia para ver as paisagens que o caminho me oferecia. Mas pra sair da rodoviária o que encontrei foi muito trânsito!

Acho que meu ônibus saiu da rodoviárias às 11:00. Paramos apenas uma vez por volta das 15:00 para utilizar os sanitários e almoçar. Não tive coragem de comer nada, então fiquei só no sorvetinho. Voltamos pro ônibus e pude ver, cada vez mais de perto, as beleza da Cordilheira Branca.

Paisagens do caminho – Huaraz Peru – Foto by Évelin Karen
Um belo fim de tarde na estrada – Foto by Évelin Karen

Por volta das 19:00 chegamos em Huaraz. Só tirei minha bagagem do ônibus e na calçada já encontrei com a pessoa que me levou pro hostel. Fiquei hospedada no Artesonraju Hostel e fechei meus passeios com a agência Scheler Trekking (na verdade o Scheler é o dono do hostel, então tudo ficou mais fácil rs). Antes de escolher vi dezenas de comentários de brasileiros falando super bem da agência do Scheler, então isso ajudou bastante na hora da escolha.

Finally Huaraz – Foto by Évelin Karen

Fiquei num quarto privado com banheiro e achei muito maravilhosa a relação custo x benefício. As instalações eram limpas, bem conservadas, TV com TV a cabo (pra escutar uma musiquinha no fim do dia), chuveiro quentinho, cama de casal com edredom quentinho e cobertores. Super atendeu as minhas expectativas.

Artesonraju Hostel – Foto by Évelin Karen
Mais um pouco da minha suíte master – Foto by Évelin Karen

Fiz check in, fechei meus passeios dos próximos dias (Laguna Paron, Glacier Pastoruri e Laguna 69), sai pra comprar meu jantar (pollo com papas fritas y ensalada), tomei um banho e dormi, pois meus próximos dias seriam recheados de aventura na Cordilheira Branca.
No próximo post conto como foi meu primeiro passeio: Laguna Paron!

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On The Road – Peru Day 2: Ica, Paracas, Huacachina – Uma grande surpresa

On The Road – Peru Day 2: Ica, Paracas, Huacachina – Uma grande surpresa

O relógio marcava 05:30 da matina e eu já estava prontinha, em frente ao Larcomar, esperando para embarcar no meu tão esperado tour Paracas/ Ica. Este era um dos passeios que eu mais queria fazer na minha viagem e já sabia que seria corrido, longo, cansativo, mas que no final valeria a pena.

Escolhi a agência Viajes Picaflor, pois tinha lido uma recomendação em outro blog. Paguei 135 soles pelo meu passeio (o certo seria 165, mas não rolou o passeio de tubulares devido a um acidente que aconteceu na véspera do meu tour e vitimou uma pessoa). No valor do passeio está incluso um lanchinho (biscoitinho e suco de pêssego).

Lanchinho da manhã – Foto by Évelin Karen

Mesmo embarcando super cedo eu queria ficar acordada para ver todas as paisagens possíveis. Logo no início percorremos um trecho beirando a costa e percebi uma grande quantidade de lixo e entulho na estrada e até mesmo na areia de algumas praias. Confesso que fiquei bastante impressionada.

Em algum lugar do Pacífico – Foto by Évelin Karen

Por volta das 9 da manhã chegamos em Pisco e o guia Joel nos contou o significado de Paracas: chuva de areia! Parece que a tarde o vento levanta a areia de uma forma que parece uma tempestade de areia.
Então foi hora de embarcar no barquinho que nos levaria até famosa Islas Ballestras.

A embarcação não é coberta, por isso se você é uma pessoa prevenida deve levar casaco (se possível corta vento), capa de chuva, assim como protetor solar (eu fui num dia nublado, mas tenho fé que existem dias ensolarados na costa peruana).

Desbravando o Pacífico – Foto by Guia

Juro que eu fiquei impressionada com a quantidade de vida que existe no meio do oceano Pacífico. Infelizmente as fotos não conseguem mostrar como é de fato este lugar, mas na minha cabeça guardo esta memória incrível. Eram muitas, muitas, MUITAS espécies de pássaros, lobos marinhos, pinguins… parecia um grande viveiro de animais, então imagine o mau cheiro! A dica é: não coma antes de embarcar no barquinho (ou poderá rolar muita ânsia e enjoo no seu passeio).

Islas Ballestras – Foto by Évelin Karen
Islas Ballestras – Foto by Évelin Karen

Neste passeio também tive uma rápida aula de biologia. Você sabia que o pinguim tem uma parceira durante a vida toda enquanto o lobo marinho é um garanhão que pega geral? Isso foi o guia quem contou (Eve também é cultura!).

Islas Ballestras – Foto by Évelin Karen

E o Candelabro? Passamos por este famoso cartão postal também!

El Candelabro – Foto by Évelin Karen

Voltando do barquinho tivemos uma rápida degustação das famosas choconetas (doce típico da região que parece uma trufa) e voltamos para a van. Desta vez, nosso destino era o restaurante Neto, onde almoçamos (comi pollo, papas fritas e minha primeira Inca Cola) e fizemos um delicioso tour de Pisco a tarde (experimentamos mais de 6 tipos de pisco: perfecto amor, borbonha, gran rose, pisco puro, crema de pisco e nesta hora parei de anotar rs).

Mi almuerzo – Foto by Évelin Karen
Tomando “bons piscos” – Foto by Évelin Karen
Produção de Pisco – Foto by Évelin Karen

Voltamos para a van e nosso último destino foi o oásis em Huacachina. Foi uma pena não rolar os tubulares, mas mesmo assim consegui curtir o passeio. Juro que me senti no Saara, principalmente quando eu via aquelas sombras que subiam as dunas. Outra imagem linda que não sai da minha cabeça e que nenhuma foto consegue ilustrar.

Huacachina – Foto by Évelin Karen
Huacachina – Foto by Évelin Karen
Huacachina – Foto by Évelin Karen

É claro que conheci brasileiros neste dia (assim como em todos os outros passeios). A Débora e a Kenia são do RS, enquanto o Licoln e o João são do RJ. Quatro pessoas sensacionais que tornaram meu passeio mais divertido, seja me fazendo de “lixo de pisco”, ou me fazendo rir dos capotes no sandboard. Aliás, não fiz sandboard porque estava com medo de me machucar no começo da viagem e não aproveitar nada, por isso Huacachina pra mim foi um passeio contemplativo.

 Migos, seus loucos – Foto by Évelin Karen
Admirando Huacachina – Foto by Lincoln

Depois de descarregar os kg de areia que eu trouxe no tênis, parei em uma banquinha, comprei uma Lays de Pollo suuuuper salgada, voltei pra van e voltamos pra Lima. Chegamos pouco depois das 22:00, desci no mesmo ponto do embarque e já passei no Shopping Larcomar para comprar meu jantar. Voltei para o hostel com a sensação de missão cumprida. Tomei banho, ajeitei minhas coisas e fui dormir, pois no dia seguinte embarcaria de manhã para Huaraz (meu segundo destino mais desejado desta viagem). Nunca ouviu falar sobre Huaraz? Então não perca meu próximo post!

On the road – Olímpia

No início deste ano de 2018, no primeiro final de semana de janeiro (para ser mais exata), fiz mais uma family trip super delicinha. Desta vez o destino escolhido foi a cidade de Olímpia no interior de São Paulo, conhecida pelos parques aquáticos, sendo o mais famoso o Thermas dos Laranjais.

Thermas dos Laranjais with family – Foto by Évelin Karen

Fomos na primeira sexta-feira do ano (05/01). A viagem saindo de Mogi das Cruzes demorou pouco mais de sete horas. Paramos duas vezes na estrada: uma para almoçar e uma para esticar as pernas e tomar uma água, porque o calor do interior estava com força total.

Chegamos em Olímpia no final da tarde e fomos direto fazer nosso check in. Nos hospedamos na Pousada Tia Nena que é uma graça. Quartos simples, mas super limpos e bem arrumados, uma área verde com bosque, café da manhã bem gostoso e eles ainda disponibilizam alguns itens na cozinha para os hóspedes (tanto que no nosso segundo dia pedimos comida e fizemos a refeição lá mesmo, pois estávamos master cansados).  

Pousada Tia Nena – Foto by Évelin Karen
Pousada Tia Nena – Foto by Évelin Karen

No primeiro dia curtimos um pouco da piscina e jantamos no restaurante BarThô. Nossa carne estava bem gostava, mas achei a comida meio sem graça… parecia sem tempero. Neste dia o cansaço venceu todos bem cedo. Fomos dormir porque nosso segundo dia prometia.

Restaurante Bar Thô – Foto by Évelin Karen

Sábado de manhã acordamos com barulho… de chuva. Todo mundo ficou bem desanimado porque parecia que ia chover o dia inteiro e aquele tempo não ia abrir nem fazendo promessa pra Santa Clara. Porém, depois de mais de 7 horas dirigindo naquele sol do Saara, eu me recusava ir para Olímpia e não visitar o parque. No final das contas arrastei toda a minha família, entramos nos Thermas com chuva, mas na hora do almoço o sol já estava dando os primeiros raios. Durante a manhã meu pai ficou sentadinho num restaurante coberto enquanto encaramos a chuva fria e piscinas de águas quentinhas. 

Thermas dos Laranjais – Foto by Évelin Karen

Um resumo do dia: adoramos o Mar de Israel (piscina salgada que você não afunda), curtimos vários toboáguas (até vimos a morte… não rolou friozinho na barriga, rolou foi um iceberg no corpo inteiro), voltamos a ser crianças e curtimos vários brinquedos legais, incluindo a montanha russa (na minha opinião é o brinquedo mais legal do parque). 

Thermas dos Laranjais: Haja coragem!!!! – Foto by Évelin Karen

Quanto aos valores, não achei nada assim tão exorbitante.Almoçamos em um restaurante por kg lá dentro, comprei algumas cervejas e água nos quiosques e achei os preços na média de lugares turísticos. Já os ingressos do parque eu achei super baratos, pois todos pagamos meia entrada (somos estudantes e idosos) e ainda tive um desconto porque a empresa onde trabalho tem convênio.

Thermas dos Laranjais: Um pouco de tranquilidade – Foto by Évelin Karen

Depois de muitas emoções no parque, voltamos para a pousada e o jantar foi por conta do iFood. Ainda tive forças para papear na sacada por umas horas e depois fui dar um passeio no centro comercial, onde tomei um sorvete de chocolate com avelã na Pazzi Per Gelatto muito gostoso. 

Se você tem 3 dias livres na sua agenda e quer visitar um lugar novo eu acho que vale muito a pena o passeio. Porém, se o tempo for mais curto eu não recomendo fazer “bate e volta”, pois achei uma viagem muito cansativa. Acredito que a combinação distância x cansaço x calor não é favorável, mas… se aquela vontade de viajar falar mais alto simplesmente vá e divirta-se!

On the Road – Região dos Lagos – Day 4 and 5 – Búzios

On the Road – Região dos Lagos – Day 4 and 5 – Búzios

Depois de passar alguns dias em Cabo Frio e Arraila do Cabo decidi partir para  Búzios e minha “base” foi o Yolo Hostel. Por que Yolo? É a sigla de “You only live once”.

Búzios – Foto by Évelin Karen

Um hostel bacana, bem amplo, vários quartos, um espaço externo e gramado bem legal, churrasqueira, piscina, bar, pertinho da praia, supermercado e de um píer bem legal em Manguinhos para curtir o fim de tarde tomando cerveja.

Deck Manguinhos – Foto by Évelin Karen

Deixei minhas coisas no hostel, peguei uma van e fui caçar uma empresa para fazer o passeio de escuna. Fechei com a primeira que eu vi, embarquei e fui conhecer aquelas belas praias. Não sei por que, mas em Búzios eu estava me sentindo a Angélica em um episódio de Estrelas.

Me sentindo a Angélica preta
Foto by Évelin Karen

Neste tour passamos pela Praia do Canto, Praia da Armação, Praia dos Ossos, Praia da Azeda, Praia da Azedinha, Praia de João Fernandes, Praia de João Fernandinho, Ilha Branca, Ilha Feia, Praia da Tartaruga, Praia das Virgens e Praia dos Amores. É claro que apenas passamos na grande maioria destas praias, mas o passeio teve 3 paradas para banho (deu até pra ganhar uns “roxos” de água viva).

Centro de Búzios, trânsito de barcos – Foto by Évelin de Karen
Somewhere in Búzios – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen

Fim de passeio, hora de conhecer a famosa Rua das Pedras. Caminhadinha de leve com direito a parada para o almoço no Restaurante Farias Grill. Já tinham me falado que as coisas em Búzios são muito caras. Confesso que encontrei alguns regalos e roupas por preços camaradas, mas quando parei para almoçar e vi que a cerveja de 600 ml custava R$ 16,90 achei desaforo e acabei tomando Coca.

Rua das Pedras – Foto by Évelin Karen
Vista da Rua das Pedras – Foto by Évelin Karen
Almoço Farias Grill – Foto by Évelin Karen

Voltei pro Hostel, mas antes dei um pulo na praia de Geribá pra conhecer. Meus dias em Búzios foram bem cinzas, o que deixa a paisagem bem diferente daquelas que vemos no cartão postal. Mesmo assim curti o passeio.

Praia de Geribá – Foto by Évelin Karen

Já no meu segundo dia fiquei super em dúvida se ia para o Rio curtir a parte cultural da cidade ou continuava em Búzios com o tempo nublado, mas resolvi ficar e fazer o passeio de trolley para conhecer as praias por um outro ângulo. Antes do passeio dei mais uma volta na Rua das Pedras e tive um amoço delicinha no restaurante La Barceloneta.

Almoço La Barceloneta – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen
Brigitte, miga sua loca! – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen
Vista do Mirante – Foto by Évelin Karen

O lugar que mais me impressionou foi a Ponta da Lagoinha, também conhecida como o Himalaia brasileiro. Só de pensar na história daquele local eu fico viajando na imensidão de pensamentos que se encontram com o mar.

Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen
Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen
Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen

Depois de um pouco de frio e garoa terminamos o passeio. Comi um brigadeiro maravilhoso de um senhor que tinha um carrinho de doces em frente ao píer das escunas e voltei para o hostel para arrumar minhas coisas e partir na manhã seguinte.

Búzios – Foto by Évelin Karen

Na segunda de manhã, quando fui de Búzios para o Rio, até pensei em dar uma esticadinha e curtir uns dias na cidade maravilhosa (mais uma vez). O sol tinha voltado, o calor também, mas decidi que era hora de voltar a minha realidade mogiana. Agora preciso falar da minha viagem para João Pessoa, Capitólio e também já tenho um post fresquinho do Sul de Minas… qual será o próximo destino que eu dividirei com vocês, heim???

On the Road – Região dos Lagos – Day 3 – Arraial do Cabo

On the Road – Região dos Lagos – Day 3 – Arraial do Cabo

No meu planejamento mental eu iria passar 2 dias em Cabo Frio, 2 dias em Arraial do Cabo e 2 dias em Búzios, porém eu gostei tanto do Moov Hostel que decidi ficar mais um dia em Cabo Frio e apenas fazer o tour em Arraial.

Eve no Moov Hostel – Foto by Évelin Karen 

Então acordei cedo, tomei café e fui para o ponto pegar um ônibus circular até Arraial. Se você não pega trânsito consegue chegar em menos de 25 minutos (e é claro que este não foi o meu caso rs).

Chegando em Arraial – Foto by Évelin Karen

Como eu cheguei atrasada, saí toda “corredouuuura” até o píer e consegui embarcar na escuna Pelicano que me proporcionou um bom passeio, já que a estrutura atendia as expectativas. Todos os passeios que eu fiz tinha serviço de bordo com espetinhos bem gostosos, cerveja, drinks, refri… tudo bem delicinha.

Miga de viagem – Foto by Évelin Karen
Fazendo a Rose – Foto by miga da viagem

Neste passeio em Arraial conhecemos a Ilha do Farol, as Prainhas do Pontal do Atalaia, Buraco do Meteoro, Fenda de Nossa Senhora, Pedra do Gorila, Gruta Azul e, se você tiver sorte, consegue ver alguns golfinhos (eu tive esta sorte).

Eu vi golfinhos – Foto by Évelin Karen
Gruta Azul – Foto by Évelin Karen
Fenda de Nossa Senhora Arraial do Cabo – Foto by Évelin Karen

Todo mundo que vai pra Arraial fala super bem do lugar então este era o passeio que eu mais esperava fazer. Acabei sendo surpreendida por belíssimas paisagens e uma praia que realmente parecia muito com o mar do Caribe naquele tom de azul e super cristalina. Pena que a água é gelada. Se fosse mais quentinha seria o lugar perfeito.

Praia da Gruta Azul – Foto by Évelin Karen
Curtindo Arraial – Foto by Évelin Karen

Depois do passeio de escuna rolou almocinho barato e sorvete gigante (num restaurante self service e sorveteria que eu esqueci de anotar o nome=[ ). Voltei pra Cabo Frio no fim do dia super cansada. Apenas tomei banho, comi alguma coisinha e fiquei papeando até tarde no bar do hostel.

Apenas um olhar – Foto by Évelin Karen

No próximo post temos o último capítulo da minha saga na Região dos Lagos: conhecendo Búzios!

On the road – Bahia Parte 2 – Praia do Forte, Projeto Tamar e Praia de Guarajuba

Conhecendo um pouco das belezas da Praia do Forte e Praia de Guarajuba

Depois de fazer o famoso city tour pela cidade de Salvador, tiramos o próximo dia para realizar alguns passeios para lugares um pouquinho mais afastados, como o da Praia do Forte, onde fica o Projeto Tamar. 

Projeto Tamar Praia do Forte – Foto by Évelin Karen
Tartarugas do Projeto Tamar Praia do Forte Foto by Évelin Karen

O ingresso é simbólico e você pode fotografar e ver de pertinho várias espécies de tartarugas marinhas. Durante o tour um pequeno acidente aconteceu: meu pai escorregou na ponte de pedras e caiu no laguinho das tartarugas. O pessoal do Projeto foi super atencioso. Prontamente nos levaram ao postinho de saúde onde foi feito um curativo para que pudéssemos seguir com o passeio.

Filhotinhos de tartarugas no Projeto Tamara Praia do Forte – Foto by Évelin Karen
Fotinho na ponte antes do acidente – Foto by Évelin Karen

Depois do susto curtimos um pouco da Praia do Forte, que por sinal é lindíssima. Tem uma parte com corais, piscininha natural, coqueiros, mar calmo… um verdadeiro paraíso!  

Praia do Forte – Foto by Évelin Karen
Corais da Praia do Forte – Foto by Évelin Karen

Ficamos numa barraquinha onde experimentamos um bolinho de peixe super delícia. Bem ao lado deste quiosque fica a Igreja de São Francisco. A cidade estava em festa porque era dia do Santo e eu achei no mínimo interessante o pessoal levando as tartarugas na Igreja pra benzer… rs

Eve na Praia do Forte – Foto by Évelin Karen
Family trip Bahia – Foto by Évelin Karen

Hora de dar tchau para a Praia do Forte e saborear um sorvetinho para refrescar o calorão. Embarcamos no ônibus e fomos para a Praia de Guarajuba onde almoçamos e curtimos a preguiça. Consegui dar uns tchi buns, mas não queria deixar meu pai muito sozinho (já que ele estava machucado).

Praia de Guarajuba Bahia – Foto by Évelin Karen

No final do passeio fui ver alguns chapéus e até achei um que era a minha cara. Porém, fiz a econômica, peguei, tirei foto, fiz carão e devolvi! rs

Fazendo a panamenha – Foto by Évelin Karen

E no próximo post desta trip baiana, finalizo minha trajetória em Salvador em grande estilo: passeio de escuna pelas Ilhas Baianas.

On the road – Bahia Parte 1 – City Tour

Sorria, você está na Bahia!!!

Pois é, desta vez (2015) o destino escolhido para curtir as férias com meus pais foi o litoral baiano, mais precisamente a cidade de Salvador. Chegamos na tarde de quinta feira e fizemos check in no hotel Bahia Mar que foi nossa casa durante uma semana. O que dizer sobre nossa estadia? Simplesmente ótima. Quartos e banheiros espaçosos, chuveiro bom, ar condicionado e um ótimo café da manhã com direito a tapioca pra quem gosta. A única coisa que eu pontuaria como ruim é o funcionamento do wifi que deixa muiiiiito a desejar. 

Vista do Hotel Bahia Mar Salvador – Foto by Evelin Karen

Nos nossos dois primeiros dias de viagem resolvemos apenas curtir o hotel (e eu curti só a cama). Como eu tinha acabado de chegar da minha outra viagem e ainda estava lutando contra a intoxicação alimentar resolvi aproveitar o ócio e deixar a fraqueza tomar conta. Dormi praticamente o dia e a noite inteira. Só levantei para fazer as refeições e não me arrependo nem um pouco disso.

Já no terceiro dia fizemos o city tour histórico e panorâmico. A primeira parada foi o Farol da Barra, um dos cartões postais da cidade de Salvador.

Turistando em Salvador – Foto by Évelin Karen
Farol da Barra Salvador – Foto by Évelin Karen

Passamos pelos principais pontos da cidade e também pela cobertura da Ivete Sangalo e o estádio Arena Fonte Nova. A próxima parada foi a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, conhecida pelas famosas fitinhas coloridas. Ao descer do ônibus somos assediados por vários ambulantes que nos oferecem uma fitinha como presente. Esta deve ser amarrada no pulso ou na grade da igreja enquanto fazemos um pedido. Diz a lenda que quando a fita se solta o pedido é realizado (agora que eu lembrei que dei uns dez nós na minha… Hunf).

Arena Fonte Nova Salvador – Foto by Évelin Karen
Igreja de Nosso Senhor do Bonfim Salvador – Foto by Évelin Karen
Eve e as fitinhas do Senhor do Bonfim – Foto by mamis

A próxima parada foi no Elevador Lacerda/ Pelourinho. Neste momento, o relógio já marcava 11 horas e o sol brilhava muito forte. A fraqueza começou a bater de novo e por isso acabei não vendo o projeto Olodum, pois resolvi ficar no restaurante onde iríamos encontrar o grupo.

Elevador Lacerda Salvador – Foto by Évelin Karen
Pelas ruas do Pelourinho Salvador – Foto by Évelin Karen

Depois de um almoço não muito gostoso visitamos a Igreja de São Francisco que é super “jogada no ouro”. Uma bela construção com muitos traços da arte barroca e com diversas obras de arte no teto que trazem uma perspectiva a la 3D. Eu fiquei de queixo caído com este teto!

Igreja São Francisco Salvador – Foto by Évelin Karen
Puro ouro na Igreja de São Francisco em Salvador – Foto by Évelin Karen

Como em todo city tour, a última parada ficou reservada para que as pessoas consumistas comprassem as famosas lembrancinhas no Mercadão da cidade. Eu me rendi e acabei comprando um turbante liiiiiiindo! Na saída fiz gordice e comprei uma deliciosa caixinha de cocada vendida pelas baianas que ficam na porta do mercado.

Fim de tarde Em Salvador – Foto by Évelin Karen

Foi um dia bastante cansativo e a noite só conseguimos comer uma tranqueirinha para dormir e encarar o próximo dia de passeios pela Praia do Forte (com direito a belas paisagens e acidente de percurso). Mas estas histórias ficarão para o próximo post.

Colômbia e Bolívia: 20 dicas para você curtir ainda mais a sua viagem!

Colômbia e Bolívia: 20 dicas para você curtir ainda mais a sua viagem!

Em 2015 tive a oportunidade de viajar por 14 dias conhecendo um pouco dos encantos da Colômbia e Bolívia. Por isso, resolvi compartilhar com vocês 20 dicas para tornar a sua viagem ainda mais incrível.

1- Muita atenção na hora de escolher um local para comer.

É bem comum encontrar vários lugares com cara de “sujinho” (tanto na Colômbia quanto na Bolívia… e aqui no Brasil também). A falta de higiene pode te garantir, no mínimo, um cabelo de leve no seu prato (isso aconteceu comigo em Cartagena);

2- Fiquem espertos com as notas falsas e com o golpe do taxista.

Se você der o dinheiro e eles (taxistas) perguntarem se você não tem trocado não seja legal, diga que não tem (ou você corre o risco de receber uma nota falsa e sair no prejuízo igual aconteceu comigo na Colômbia);

3- Deixe para trocar seu Reais lá (Colômbia e Bolívia)!

Levem o mínimo de dinheiro daqui (apenas para as despesas iniciais, como transporte do aeroporto para hostel, algum tipo de alimentação) e ativem o cartão internacional para saque. Super vale a pena (pelo menos valia em 2015); 

4- Compre as passagens de ida e volta dos passeios.

Assim você economiza e não corre o risco de ficar sem assento para retornar para sua cidade base;

5- Faça o Tour no Salar de Uyuni com a Juliet Tour ou Beto Tour.

Estas são as empresas que eu utilizei e tive uma ótima experiência, por isso recomendo! O motorista Bartalomé foi super gente boa durante todo o passeio, sempre muito simpático e prestativo;

6- Tem estômago sensível? Evite comer em restaurantes.

Mas Eve, então eu vou comer onde? Se você se hospedar em hostel com cozinha compartilhada uma boa pedida será cozinhar sua própria comida, pois as chances de você passar mal por intoxicação alimentar reduzirá bastante. Confesso que eu me arrependi de não seguir os conselhos de alguns viajantes, principalmente na Bolívia… deveria ter ficado a base de Pringle e evitado passar perrengue;

7- Tem estômago porreta? Então experimente a culinária local.

Confesso que nos meus 15 dias de viagem eu não comi nada maravilhoso que sentirei saudades pelo resto da vida. Na Bolívia era muito frango frito e na Colômbia tinha o famoso arroz com coco. Pra quem curte café a Colômbia é um “copo cheio”!

8- Se sentir segurança, faça os passeios por conta própria.

Consegue traçar um roteiro, sabe quais pontos qure visitar e é best friend do Maps? Então uma ótima pedida é evitar altos gastos com agências de viagens e fazer o passeio por conta. A economia? Pode ser de mais de 100%! No meu passeio para Copacabana, o valor que eu pagaria apenas com transporte da agência eu consegui pagar o ônibus da rodoviária de La Paz, almoçar em Copacabana, fazer o passeio até a Isla del Sol, tomar cerveja, comer uma salteña (horrível por sinal) e ainda sobrou dinheiro; 

9- Pesquise sobre as cidades que você vai visitar.

Parece óbvio, mas… as vezes acontece de bater um cinco minutos e você embarcar no primeiro ônibus que vê. Saindo de Uyuni fui para Oruro e confesso que a imagem que eu tive da cidade não foi muito bacana. Talvez o carvanal de lá me faça mudar de ideia, mas…

10- Esteja aberto para novas amizades.

Quando você viaja, além de conhecer novos lugares e uma nova cultura você também poderá conhecer muitas pessoas legais e interessantes pelo caminho. Portanto, esteja aberto e faça novos amigos instantâneos… Assim você terá muitas histórias pra compartilhar e viverá bons momentos na sua viagem;

 Playa Blanca – Foto by Timer
Salar de Uyuni – Foto by Bartolomé

11- Leve uma mini farmácia na mala.

“Nossa Eve, que exagero”. Pior que não é! É muito comum sentir algum mal estar durante a viagem, por isso é sempre bom se prevenir e levar uma necessaire abastecida com os medicamentos que você costuma tomar no Brasil (e se você for para a Bolívia não se esqueça do Floratil);

12- Faça um seguro viagem.

Gente, seguro viagem é um item essencial na sua viagem, principalmente se você vai para qualquer território que não é coberto pelo seu plano de saúde (principalmente). Mas vale lembrar também que este tipo de seguro não inclui apenas itens relacionados à saúde, já que você pode conseguir reembolsos também em outras situações (como quando um voo é cancelado ou a bagagem extraviada, por exemplo);

13- Olhe a validade de T-U-D-O!

Tenha sempre muita atenção à validade do que você compra. Eu viajei em setembro e cheguei a comprar um chocolate que tinha vencido em fevereiro (é claro que eu não olhei a validade dele antes de comprar);

14- Na Bolívia combine sempre o valor do táxi antes do início da corrida.

Pelo menos quando eu fui se utilizava esta prática de combinar o valor antes com o taxista. Fique atento, negocie antes e evite uma desagradável surpresa;

15- Leve um saco de dormir para sua segunda noite no Salar de Uyuni.

Eu sou uma pessoa que sente muito frio, então é óbvio que no deserto isso não seria diferente. A segunda noite no Salar é muito gelada, por isso, se você tem pés de icebergs como eu leve um saco de dormir. Eu me embrulhei no saco, coloquei vários cobertores e ainda assim senti frio (imagine se eu estivesse sem o saco!);

16 – Leve sempre papel higiênico.

Eu encontrei vários banheiros sem papel higiênico por onde passeio (aliás, em alguns lugares já era muita sorte encontrar um banheiro). Por isso leve sempre um papel higiênico na sua mochila de ataque e tenha sempre uns trocadinhos para pagar suas idas ao banheiro no tour do Salar (“nao existe almoço grátis”… Eles levam bem a sério isso);

17- Curte viagens luxuosas? Então a Bolívia não é um bom lugar pra você.

A Bolívia é um dos países que eu visitei que mais me deixou encantada. As pessoas, a cultura, os lugares… achei tudo com uma beleza encantadora. Infelizmente é um país pobre, uma parte da população passa por sérias dificuldades e isso é bastante nítido. Então se você que ver lugares luxuosos, talvez seja melhor você escolher um outro destino. Agora, se você é um viajante sem frescuras, saiba que a Bolívia é um país incrível para se conhecer e que pode te presentear com paisagens exuberantes!

18 – É do time “odeio calor”? Então passe longe de Cartagena!

Cheguei na Colômbia com intoxicação alimentar, bastante fraca, mas primeiro passei por Bogotá (que possui um clima ameno). Dias depois desembarco em Cartagena que é um lugar tão quente, mas tão quente que, mesmo parada eu sentia o suor escorrendo pelo corpo. Por isso, meu amigo, se você odeia calor passe longe desta cidade ou você correrá o risco de derreter (literalmente);

19- Aproveite para conhecer a cultura que o país tem para te oferecer.

Amplie seus horizontes, escute música local e vá para lugares característicos do país. Digo isso porque conhecemos uma colombiana no hostel em Cartagena que nos levou ao Café del Mar onde tocava uma música eletrônica super alta… Sei que ela teve boa intenção, mas Colômbia pra mim é cumbia! Eletrônico a gente escuta em qualquer baladinha daqui, não é mesmo?

20 – E finalmente, a dica de ouro é: apenas vá!

Faça seu planejamento, guarde dinheiro, compre sua passagem, reserve seu hostel (e aproveite meus descontos), faça sua mala (ou mochila) e caia na estrada para explorar estes países cheio de pessoas, culturas e lugares incríveis! 

Feliz Viaje – Foto by Évelin Karen

E você? tem alguma dica destes lugares para compartilhar comigo? Quero saber!!!

On the road – Colômbia – Day 13 and 14 – Cartagena

On the road – Colômbia – Day 13 and 14 – Cartagena

No meu décimo terceiro dia de viagem dormi o quanto pude (e nem foi pra esquecer do city tour de chiva do dia anterior). Acordei, tomei meu café da manhã no hostel, separei minhas tralhas e fui curtir a manhã na praia de Barranquilla. 

Eve en Barranquilla – Foto by Évelin Karen

Aluguei um guarda sol com cadeira, peguei uma Águila e passei horas pensando na vida, pensando no nada, descansando e dando tchi bum.

Vida boa em Barranquilla – Foto by Évelin Karen

Barranquilla é uma praia urbana, com cara de Indaiá (Bertioga) ou Praia Grande.  É claro que no domingão a galera vai em peso. Grandes famílias, colchão inflável no mar… Só cenas bonitas! 

Na hora do almoço eu já estava cansada de praia então voltei pro hostel para tomar banho, fazer minha comida e descansar embaixo do ar condicionado do meu quarto.

Locais curtindo o domingo em Barranquilla – Foto by Évelin Karen

À noite tive a sorte de poder sair para admirar um eclipse lunar, acabei fazendo amizade e indo jantar com algumas brasileiras. Fomos em um restaurante de crepes e waffles super bonitinho na amurallada. O cheiro estava uma delícia, mas acabei pedindo um waffle de nuttela porque ainda estava com receio de comer. As meninas pediram crepe e uma delas ganhou um cabelo de presente no recheio. 

Waffle de Nuttela – Foto by Évelin Karen

Já no meu décimo quarto dia de viagem acordei cedo, deixei minhas malas no esquema e saí para comprar algumas lembrancinhas. Infelizmente esqueci de comprar o famoso café colombiano (deve ser porque não tomo café).  Porém, comprei chocolates, doces, lembrancinhas e derreti mais um pouco naquele calor do cão. 

Hora de pegar as coisas e ir para o aeroporto.

Tchau Cartagena, olá Bogotá. 

Tchau Bogotá e bem vinda à São Paulo!

Curtiu minha viagem para a Bolívia e Colômbia? Então fique de olho no próximo post e confira meu resumão com 20 dicas para te ajudar a planejar sua viagem nestes países!

On the road – Colômbia – Day 12 – City tour na chiva em Cartagena

On the road – Colômbia – Day 12 – City tour na chiva em Cartagena

Depois de uma manhã de repouso e descanso pós tour na Playa Blanca, encarei o city tour de chiva por Cartagena a tarde e logo de cara fiz amizade com mais brasileiros. 

Eve e a mineira – Foto by Évelin Karen

Logo no começo do passeio caiu um super temporal, mas foi aquela típica chuva de verão que passa e deixa o calor retornar ainda mais forte. Já no começo do tour percebi que o negócio era bem desorganizado. Ficamos rodando mais de uma hora para pegar passageiros e passamos na frente de vário hotéis mais de três vezes. Planejamento zero.

A tal da chiva de Cartagena – Foto by Évelin Karen

Nossa primeira parada foi o Convento de La Popa que fica bem na parte alta da cidade. A vista panorâmica é linda… Vale a pena conhecer.

Convento de La Popa Cartagena – Foto by Évelin Karen
Convento de La Popa Cartagena – Foto by Évelin Karen

Passamos por vários outros lugares (que eu não anotei) e paramos no Forte de San Felipo (o guia deixou claro que aquilo não é um castelo). Fotografamos, ouvimos várias histórias e curiosidades, tomamos sorvete e partimos para a Cidade Amurallada.

Forte de San Felipo Cartagena – Foto by Évelin Karen
Forte de San Felipo Cartagena – Foto by Évelin Karen

Passeamos pelas ruelinhas, vimos as construções antigas e belíssimas do local, paramos numa loja de esmeraldas onde ouvimos a história destas pedras preciosas e rolou um desafio com direito a brinde pra quem acertasse o desafio. 

 Pelas ruas de Cartagena – Foto by Évelin Karen
 Pelas ruas de Cartagena – Foto by Évelin Karen

O calor combinado com a intoxicação alimentar me deixaram muito fraca, um pouco sem paciência e foi no final do passeio que isso veio à tona. Saindo da Cidade Amurallada o motorista da chiva falou pra descer quem estava hospedado ali próximo porque ele só iria passar nos bairros… Foi aí que eu fiquei doida de raiva e desci do salto. Discuti com os caras da chiva, passei o maior constrangimento no meio dos turistas e no final das contas um deles me levou a pé porque eu não sabia o caminho de volta (é claro, qualquer tour normal te busca e te deixa no mesmo ponto de encontro, mas naquela zona as coisas não funcionam assim). Cheguei no hostel louca de raiva pedindo meu dinheiro da chiva rumbeira (que eu faria naquela noite) de volta, pois até parece que eu iria querer ser jogada a noite no meio do nada pra voltar pro hostel. Duvido que eles deixam as pessoas que estão hospedadas  no Hotel Hilton jogados em qualquer esquina depois do passeios.

Tomei um banho, algumas beers e, no final das contas, acabei indo beber com alguns outros turistas no Café Del Mar. Parece que o lugar é legal pra curtir o pôr do sol… à noite não vi nada demais.

Café del Mar Cartagena – Foto by Évelin Karen

E no próximo post falarei do meus últimos momentos em Cartagena!