Avianca cancelou meu voo, e agora? Meu dramalhão peruano!

Quem aí já teve algum problema com cia aérea? Espero que a maioria pense “eu não”, pois eu? Sim! Graças a Avianca que cancelou o meu voo e só esqueceu de me avisar!

Sobrevoando São Paulo – Foto by Évelin Karen

Eu sempre tive curiosidade de conhecer o serviço da Avianca, mas confesso que minha primeira experiência não foi das melhores. Senta que lá vem textão com várias reclamações (sim, eu sei que gente que só reclama é um saco, mas quero apenas compartilhar o que aconteceu e quem sabe talvez ajudar alguém com meu relato).

Meu voo de ida São Paulo – Lima estava previsto para sair às 05:55, mas atrasou mais de 2 horas (uma passageira passou mal no taxiamento da aeronave, os comissários demoraram para constatar que o problema era grave e precisaria de um médico e no final das contas a passageira teve que desembarcar, os funcionários tiveram que localizar a bagagem, etc). Fato é que eu deveria desembarcar em Lima às 08:50, porém só cheguei próximo ao meio dia (o que acarretou prejuízos na hora de realizar meu câmbio, assim como me fez perder o passeio que realizaria neste dia).

Alguns dias depois peguei outro voo Avianca de Lima para Cusco e tudo foi bem tranquilo, mas… o pior estava por vir.

Meu voo de volta Cusco – Lima, que seria as 18:02 foi cancelado e não fui informada. Aparecia um voo que sairia 4 horas mais cedo (14:05) mas não consegui realizar o check in pelo app, pois mostrava a mensagem que eu deveria entrar em contato com o call center. Como estava sem chip do Peru, cancelei meus passeios e fui direto para o aeroporto. Expliquei para o funcionário que não conseguia fazer o check in pelo app e que estava aparecendo pra mim um voo as 14:05. O funcionário foi extremamente grosso, disse que eu deveria ter embarcado no voo das 11:30 que tinha acabado de sair (e que em nenhum momento me informaram). Então ele decidiu me colocar no voo das 19:02. Preocupada (pois já tinha enfrentado atraso na vinda) pedi para que ele me colocasse no voo das 14:05, pois tinha medo de perder minha conexão. Mais uma vez o funcionário foi grosso e disse que estava me mudando para um voo com “apenas” 1 hora de diferença do voo original, que o voo das 14:05 estava cheio e ainda foi irônico “eu não entendo por que você já está aqui no aeroporto, já que seu voo era só as 18:00”. Peguei meus bilhetes, esperei uns minutos e fui no outro guichê falar com a outra atendente. Expliquei pra ela a minha situação e a minha preocupação em perder minha conexão. Pedi para ela se eu poderia ficar em alguma lista de espera do voo das 14:05, mas a funcionária não demonstrou nem um pouco de empatia, falou que o voo estava lotado e já tinha sido encerrado (detalhe, o relógio ainda nem marcava 13:00 e ela nem olhou em nenhum lugar para checar a informação).

Fiquei no aeroporto desde as 11:50 e quando chegou 19:02 (horário em que o avião deveria decolar) o embarque ainda não tinha nem começado. Então fui ao balcão para saber o que estava acontecendo. Mais uma vez fui muito mal atendida por uma funcionária da Avianca que foi grossa, deselegante e irônica. Disse que o avião estava com um problema mecânico, que estavam consertando e que o voo iria atrasar 30 minutos. Falei pra ela que estava preocupada com o horário da minha conexão. Ela pegou minha passagem Lima – São Paulo (horário das 22:00) e disse “o trecho Cusco – Lima é feito em 43 minutos (mentira, já que demora 1 hora). Saindo daqui as 19:30 você estará as 20:30 em Lima, ou seja, em 1:30 você terá tempo de sobra pra fazer a sua conexão”. Então perguntei “Ah é? Você promete?” e ela respondeu “prometer eu não prometo, mas é óbvio que dará tempo”.

Já fazia mais de 7 horas que eu estava no aeroporto. Estava sem almoço, sem água (pois no aeroporto não tem nem bebedouro) e sem dinheiro (pois achei que ia embora e tinha gastado meus últimos soles). Fato é que o voo só decolou próximo das 21:30 e só chegamos em Lima próximo das 22:30. Ao sair da aeronave uma funcionária da Avianca falou que todas as pessoas com conexão deveriam retirar as malas na esteira e embarcar na van que nos levaria para o hotel, pois nosso voo seria apenas no dia seguinte as 22:00. Neste momento eu fiquei D-E-S-E-S-P-E-R-A-D-A e fui pedir ajuda para vários funcionários da Avianca, pois eu não estava ali devido um atraso de 2 horas… eu estava ali devido uma série de erros da Avianca: cancelaram meu voo e não me avisaram; me ofertaram um novo voo, mas não tinha assento disponível; me colocaram num voo mais tarde e em nenhum momento demonstraram preocupação em eu perder minha conexão (e os problemas que isso poderia me ocasionar), não me deram nem um suporte ou ao menos um copo de água.

Perguntei para vários funcionários o que poderia ser feito, mas um jogava o problema para o outro. A Avianca faz parte da rede Star Alliance, logo pensei que fosse mais fácil me encaixar num voo de outra cia aérea desta rede (a LATAM tinha um voo para São Paulo às 00:40), mas os funcionários só sabiam dizer que todos os voos estavam lotados. A situação só mudou quando perguntei para funcionária “vocês querem que eu fique aqui mais um dia, mas como farei com a minha medicação? Trouxe meus remédios contados”. Só assim, depois de muito implorar e nitidamente começar a passar mal que decidiram fazer algo. A funcionária contatou algum superior e me informou que estavam tentando me embarcar no voo Latam das 09:15 da manhã seguinte, mas pediu sigilo (pois só tinha uma vaga). Graças a Deus e a uma funcionária que percebeu a gravidade da situação eu consegui embarcar neste voo e tomar meus medicamentos chegando no Brasil. Resumo da ópera: prejuízo no primeiro dia de viagem, prejuízo no último dia de viagem (perdi todos os meus passeios programados, perdi horas fazendo vários nadas no aeroporto aguardando meu voo, passei por stress e constrangimento graças ao péssimo atendimento de alguns funcionários Avianca, sendo que isso que acaba com a tranquilidade e felicidade das férias de qualquer pessoa) e ainda tive que cancelar meus compromissos do dia que eu estaria de volta no Brasil (isso porque no dia seguinte eu já embarcaria pra Recife).

Chegando no Brasil vocês acham que eu fiquei xingando muito no Twitter? Capaz! Entrei no site da Avianca e fiz uma reclamação formal. Aproveitei e coloquei no Reclame Aqui também e em questão de dias um funcionário Avianca entrou em contato comigo lamentando tudo o que eu tinha passado. Finalmente estava tendo algum retorno digno. No final das contas eles me deram um voucher de 180 dólares (que só poderia ser usado em voos Avianca internacionais). Acabei não usando este “agrado”, mas fiquei satisfeita porque eles se importaram comigo e quiseram contornar a situação de alguma forma.

Resolvi compartilhar esta história porque não basta apenas reclamar, é necessário reclamar nos canais certos. Não adianta nada espalhar para os amigos e nas redes sociais que você não gostou de um serviço ou produto sem antes contatar a empresa responsável. Vá direto a fonte, tente resolver e se não conseguir busque seus direitos e compartilhe com todos os contatos para que eles não passem pelo mesmo. #ficaadica

Virada Cultural 2019

Quem me conhece sabe que eu sou a louca da Virada Cultural de SP e é claro que em 2019 tive que marcar presença. Acordei cedo e antes das 11 saí dos alpes mogianos com destino ao centro de Sampa.

Partiu Virada? Foto by Évelin Karen

Desci na estação República e já fui direto pra Av. São João onde estava o palco MPB/ Samba. Foi ali que rolou meu primeiro show do dia: O Grande Encontro. Curti bastante, mas confesso que achei o som bem baixo (o que atrapalhou um pouquinho).

O Grande Encontro – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Depois que eles tocaram Chão de Giz saí da muvuca porque pretendia ir pro palco da Anitta, mas encontrei as migas de Mogi e acabei abortando a missão. No final das contas assisti todo o show do Grande Encontro e até que foi bem gostoso.

Nosso Grande Encontro – Foto by Alex

Pós Grande Encontro foi hora de encontrar minha irmã carioca mais querida do oeste no cruzamento mais famoso da cidade (que rende aquela foto blogueirinha). Mas antes disso pude conferir Hallelujah no “Ópera da Sacada”… Coisa mais linda!

Ópera na Sacada – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen
Miga, sua loca – Foto by Évelin Karen

Começou a chover, mas decidimos ir pro show da Pitty. Não sei se foi o lugar que estávamos, mas achei meio muvucado e numa vibe pesada. Depois de três músicas acabamos abortando a missão.

Pitty – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Hora de ir embora? Capaz! Decidimos voltar pro palco MPB/ Samba e curtir o show da Maria Rita. Que ótima escolha! O show foi maravilhoso, muito sambinha típico do RJ que goxxxto tanto.

Maria Rita – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Carol nos abandonou pós Maria Rita, então apresentei pra Lari o pico do rolê (na minha opinião): show do É o Tchan (terceiro ano consecutivo na Virada Cultural). Desta vez rolou participação especial do Reinaldo do Terra Samba e a presença da ilustre Sheila Melo.

É o Tchan – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

A noite já começava a cair e ainda tivemos tempo de pegar o Cortejo passando trazendo um pouco da arte dos meus patrícios africanos.

E o que dizer das luzes que colorem o centro paulistano? É ou não é de encher os olhos?

Theatro Municipal São Paulo – Foto by Évelin Karen
Shopping Light – Foto by Évelin Karen

Pra finalizar conferimos o show do Afrocidade na Praça Patriarca. Pense numa galera com uma energia P-O-R-R-E-T-A. O povo dança muito e é impossível assistir ao show parado.

Afrocidade – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

No final das contas posso dizer que pude curtir mais um ano de Virada Cultural com sucesso: sem brigas, sem furtos, sem perrengues… Cheia de alegria, boas cias e muitos bons shows!

Nota: Quer saber como foi a minha Virada nos anos anteriores? Então confira a de 2014, 2015 e 2017.

On the road – Olímpia

No início deste ano de 2018, no primeiro final de semana de janeiro (para ser mais exata), fiz mais uma family trip super delicinha. Desta vez o destino escolhido foi a cidade de Olímpia no interior de São Paulo, conhecida pelos parques aquáticos, sendo o mais famoso o Thermas dos Laranjais.

Thermas dos Laranjais with family – Foto by Évelin Karen

Fomos na primeira sexta-feira do ano (05/01). A viagem saindo de Mogi das Cruzes demorou pouco mais de sete horas. Paramos duas vezes na estrada: uma para almoçar e uma para esticar as pernas e tomar uma água, porque o calor do interior estava com força total.

Chegamos em Olímpia no final da tarde e fomos direto fazer nosso check in. Nos hospedamos na Pousada Tia Nena que é uma graça. Quartos simples, mas super limpos e bem arrumados, uma área verde com bosque, café da manhã bem gostoso e eles ainda disponibilizam alguns itens na cozinha para os hóspedes (tanto que no nosso segundo dia pedimos comida e fizemos a refeição lá mesmo, pois estávamos master cansados).  

Pousada Tia Nena – Foto by Évelin Karen
Pousada Tia Nena – Foto by Évelin Karen

No primeiro dia curtimos um pouco da piscina e jantamos no restaurante BarThô. Nossa carne estava bem gostava, mas achei a comida meio sem graça… parecia sem tempero. Neste dia o cansaço venceu todos bem cedo. Fomos dormir porque nosso segundo dia prometia.

Restaurante Bar Thô – Foto by Évelin Karen

Sábado de manhã acordamos com barulho… de chuva. Todo mundo ficou bem desanimado porque parecia que ia chover o dia inteiro e aquele tempo não ia abrir nem fazendo promessa pra Santa Clara. Porém, depois de mais de 7 horas dirigindo naquele sol do Saara, eu me recusava ir para Olímpia e não visitar o parque. No final das contas arrastei toda a minha família, entramos nos Thermas com chuva, mas na hora do almoço o sol já estava dando os primeiros raios. Durante a manhã meu pai ficou sentadinho num restaurante coberto enquanto encaramos a chuva fria e piscinas de águas quentinhas. 

Thermas dos Laranjais – Foto by Évelin Karen

Um resumo do dia: adoramos o Mar de Israel (piscina salgada que você não afunda), curtimos vários toboáguas (até vimos a morte… não rolou friozinho na barriga, rolou foi um iceberg no corpo inteiro), voltamos a ser crianças e curtimos vários brinquedos legais, incluindo a montanha russa (na minha opinião é o brinquedo mais legal do parque). 

Thermas dos Laranjais: Haja coragem!!!! – Foto by Évelin Karen

Quanto aos valores, não achei nada assim tão exorbitante.Almoçamos em um restaurante por kg lá dentro, comprei algumas cervejas e água nos quiosques e achei os preços na média de lugares turísticos. Já os ingressos do parque eu achei super baratos, pois todos pagamos meia entrada (somos estudantes e idosos) e ainda tive um desconto porque a empresa onde trabalho tem convênio.

Thermas dos Laranjais: Um pouco de tranquilidade – Foto by Évelin Karen

Depois de muitas emoções no parque, voltamos para a pousada e o jantar foi por conta do iFood. Ainda tive forças para papear na sacada por umas horas e depois fui dar um passeio no centro comercial, onde tomei um sorvete de chocolate com avelã na Pazzi Per Gelatto muito gostoso. 

Se você tem 3 dias livres na sua agenda e quer visitar um lugar novo eu acho que vale muito a pena o passeio. Porém, se o tempo for mais curto eu não recomendo fazer “bate e volta”, pois achei uma viagem muito cansativa. Acredito que a combinação distância x cansaço x calor não é favorável, mas… se aquela vontade de viajar falar mais alto simplesmente vá e divirta-se!

Virada Cultural 2017

Interrompemos nossa programação de posts da minha viagem à Região dos Lagos para falar um pouco da Virada Cultural que aconteceu neste último final de semana!

Juro que ainda estou tentando entender o que foi esta Virada Cultural 2017. Começou com um convite em cima da hora pra ver Dead Fish meia noite do Tendal da Lapa. Como eu já estava de pijama e perderia o começo do show decidi ficar em casa. Então veio o domingo: frio, chuvoso… aquele dia perfeito pra ficar em casa fazendo maratona no Netflix. Porém, quando vi na programação que ia ter É o Tchan com Molejo eu decidi que iria. Deve ser por isso que eu enfrentei o tal frio, a tal chuva e fui.

Eve, a garota da Virada – Foto by Évelin Karen

Chegando em frente ao Theatro Municipal (local onde sairia o Cortejo 90tinha) eu vi o nada. Cadê palco, trio elétrico, galera bonita e descolada? Algumas pessoas indo e vindo, apresentação de dança na chuva e só. Passou um homem com uniforme do evento e perguntei se o cortejo já tinha saído e eis que ele me fala que por causa da chuva o show tinha sido cancelado.

Dançando na chuva – Centro de São Paulo – Foto by Évelin Karen

Eu já tinha pensado nesta possibilidade, tanto que fui pra São Paulo de olho no celular pra saber se iam cancelar ou não, mas… nem fiquei brava. Já que estava lá então ia, no mínimo, dar uma volta.Então encontrei o palco Rock na 7 de abril onde a banda Baleia tocava. Um som muito louco, muito bom. Bandas com violino me conquistam fácil. Uma vibe gostosa e parecia que a galera de humanas de miçanga estava em peso curtindo o som.

Banda Baleia – Foto by Évelin Karen

Faltava pouco para o fim da apresentação. Olhei a programação e vi que Roberta Miranda ia cantar Roberto Carlos no Boulevard São João. Foi quando saí em direção à praça da República e começo a ouvir… Molejo! Sim, o show estava rolando ali na Basílio e Roberta que me perdoe porque fui curtir o tal show que eu tanto queria.

É o Tchan e Molejo – Foto by Évelin Karen

A energia do show do É o Tchan é incrível e com Molejo ficou mais divertido ainda. Na sessão nostalgia teve muito samba, muito axé, muita coreografia, cachorros latindo, mendigos se divertindo… muita energia positiva.

Artistas da vida – Foto by Évelin Karen

Depois de muito axé o que fazer? Passei pelo palco Rock de novo e acabei no palco Virou Mix no show Equivocada – Marcelle. Ali sim vi aquela galera naquela vibe alternativa dançando na chuva sem medo de ser feliz. Adoro!

Equivocada – Marcelle – Foto by Évelin Karen

Um pouco tarde percebi que estava rolando um tributo aos Novos Baianos. Corri para o Boulevard São João bem perto da onde foi o show dos Novos Baianos na Virada de 2009, aliás aquele foi um dos melhores shows da minha vida, pois eu não tinha ideia que um dia poderia presenciar… Novos Baianos me remete a época em que eu trabalhava com cinema e sempre será muito amor!

Por último fui curtir o show do Tiago Abravanel, mas antes passei pelo palco do Hip Hop que estava rolando Thaíde e “que tempo bom que não volta nunca mais…”

Thaíde – Foto by Évelin Karen

Último show da minha noite: partiu Tiago cantando Anita, Ludmila, os sucessos do momento que faz a galera dançar. E eis que surge a diva Gretchen pra fechar a Virada com chave de ouro. Muita Conga la Conga, roupa molhada, guarda chuva, gente fantasiada, diversão e alegria.

Tiago recebe Gretchen – Foto by Évelin Karen

Eu juro que não entendo como posso gostar tanto da Virada e não curtir carnaval e os blocos de rua. Mesmo achando a Virada deste ano um pouco miada (o mau tempo ajudou), valeu a pena trocar uma tarde de edredom por uma tarde de chuva no centro de São Paulo. Curtindo de tudo um pouco na selva de pedra, um cenário que estava maluco ontem, mas que hoje já voltou à normalidade. E mais uma vez passei ilesa, sem ser assediada, nem furtada e sem ver confusões. O que dizer então? Até a próxima Virada!

E no próximo post volto a falar sobre a minha viagem a Região dos Lagos. Desta vez, a cidade visitada foi Búzios!

On the road – Boiçucanga

Em meio a minha pausa de trabalhos no início do ano, vulgo desemprego, decidi passar um final de semana em Boiçucanga, praia do litoral norte paulista. Peguei um ônibus em Mogi, desci na Riviera de São Lourenço e ali peguei outro ônibus até meu destino final. 

Praia de Boiçucanga – Foto by Évelin Karen

A pousada escolhida foi a Pousada Casa de Pedra. Bem arrumadinha, café da manhã simples, mas gostoso e com suquinho natural delicinha. Prós: eles emprestam cadeiras de praia e guarda sol. Contra: a pousada fica de frente para a parte mais brava da praia. A área mais tranquila não é tão longe, mas… #ficadica

Pousada Casa de Pedra – Foto by Évelin Karen

Cheguei em Boiçucanga no meio da tarde, então só tive tempo de ir ao mercado comprar suprimentos, almoçar num restaurante no shopping, perder meu cartão do banco e curtir um pôr do sol lindo. 

Pôr do sol em Boiçucanga – Foto by Évelin Karen

No meu segundo dia tomei café, abasteci minha bolsa térmica e fui conhecer a praia de cabo a rabo pra fazer umas fotos. Ali tem pedras, rio, mar calmo… Resolvi voltar pra perto da pousada e fui dar um tchi bum (porque no dia anterior eu entrei naquele mesmo ponto e estava “tranquilo”). Só digo que eu tomei dois rolas tão tensos que minhas costas ficou até sangrando. 

O lado mais calmo de Boiçucanga – Foto by Évelin Karen

Voltei pra pousada e tomei um banho para tirar os 5 kg de areia adquiridos no rola. Almocei, dormi e curti mais um pôr do sol. No domingo acordei super cedo porque perdi o sono. Resolvi me trocar e as 06:30 saí pra correr na praia. Spoiler: esta foi a minha pior escolha na viagem.

Mesmo passando repelente, os mosquitos me detonaram… Só quando eu voltei pra pousada que tive dimensão do estrago. Claro que eu tive que cair no antialérgico. Depois de chorar de desespero de tanta coceira resolvi ir a missa na Igreja Nossa Senhora da Conceição. Foi uma celebração ótima já que o padre super interagia com todos. 

Capela Nossa Senhora da Conceição – Boiçucanga – Foto by Évelin Karen

A tarde rolou  mais praia e almoço no restaurante Sebastiana que é muito delicinha: som legal, ambiente bacana, comida gostosa e barata, de frente pro mar… Achei tudo uma delícia. 

Almoço delícia no Sebastiana em Boiuçucanga – Foto by Évelin Karen
Pense num lugar bacana: é o Sebastiana em Boiçucanga – Foto by Évelin Karen

Já na segunda foi dia de curtir apenas a manhã de praia porque a tarde foi meu retorno pra Mogi. Foram 3 ótimos dias de sol, praia e, assim que eu voltei, o tempo virou e a chuva desabou de um jeito que destruiu muita coisa aqui em Mogi #triste

E aí? Curtiram Boiçucanga? No meu próximo post vou até o Sul e conto um pouco sobre minha terceira ida a querida Porto Alegre.