On the Road – Peru – Day 6 – Laguna 69

On the Road – Peru – Day 6 – Laguna 69

Você já ouviu falar da Laguna 69? Se está pesquisando sobre Huaraz certamente verá algum texto ou comentário relatando como é sofrido chegar na tal Laguna, mas é claro que no meu caso a tensão foi nível hard.

Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen

Acordamos antes das 5, pois 05:30 nossa van já estava na porta do hostel para nos buscar. Nesta aventura fomos as 3 mosqueteiras: Mari, Manu y yo. Rodamos um pouquinho pelas ruas de Huaraz pegando alguns passageiros e por fim embarcamos em um micro ônibus que nos levou até o Parque Nacional de Huascarán.

Migas, suas locas – Foto by Évelin Karen

A Laguna 69 também está localizada no Parque Nacional de Huascarán. Portanto, assim como no Glacial Pastoruri, também será necessário pagar uma taxa de entrada (mas lembre-se: se você pretende fazer mais que dois passeios no Parque é possível comprar um boleto com valor diferenciado).

Lembro que por volta das 7:30 paramos num lugar bem simples para tomar café e ir ao banheiro. Neste lugar também era possível comprar algumas opções de snacks para levar na trilha.

Por volta das 9 já estávamos chegando perto da entrada da famosa Laguna 69. Em todos os tours que realizei em Huaraz fui presenteada com trajetos recheados de belas paisagens. Neste meu último a cereja do bolo que estava pelo caminho foi a Laguna Chinancocha. Mesmo em um dia cinza, a beleza da Laguna consegue transformar um dia chuvoso e triste em sorrisos e suspiros de admiração que a grande maioria dos turistas solta ao ver aquela bela paisagem de tirar o fôlego.

Laguna Chinancocha – Foto by Manu

Ficamos com vontade de curtir um pouco mais da Chinancocha, mas a chuva e as rajadas de vento nos fizeram embarcar no nosso ônibus novamente. Ali começamos a rezar pra Santa Clara clarear e nos proporcionar um trekking até a Laguna 69 sem chuva, mas… não foi o que aconteceu. Por isso, digo e repito: leve capa de chuva e de mochila, vá com roupas adequadas, casaco e calça corta vento e impermeáveis assim como uma bota de trekking confortável e impermeável porque a caminhada será longa! No meu caso, nos 14  km do trajeto (ida e volta) consegui vivenciar muita coisa: garoa, chuva, vento, granizo, neve… combine isso com a altitude de 4600 metros e terás um dos rolês mais cansativos da vida (no meu caso foi). Lembre se que as condições climáticas podem potencializar o nível hard da trilha.

Ficou assustado? Não fique, pois é uma trilha possível. Dica: se você é sedentário comece a caminhar, correr ou fazer algum tipo de exercício alguns meses antes da sua viagem (e é claro, antes de praticar qualquer exercício consulte o seu médico). Sua saúde agradece e ter o mínimo de preparo físico vai te ajudar e fazer a diferença!

A trilha começa com uma linda cachoeirinha que parece de filme! Dá vontade de parar e fazer várias fotos, mas não caia em tentação. Como o tempo do passeio é cronometrado vale mais a pena seguir a trilha e na volta fazer fotos se der tempo (melhor que correr o risco de não concluir o percurso e ficar sem ver a famosa 69).

O começo da trilha da Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen

No começo pegamos um trecho plano e pensamos “sério que falaram tanto pra isso?”. Mas não se engane! Aquela parte não é nem o aquecimento.

Pra não me alongar muito vou dizer que subimos, subimos mais um pouco e depois subimos mais ainda. E faltava ar, dava sede, o cansaço batia. Depois de quase 2 horas andando, chegamos num trecho menos roots, com uma pequena lagoa, um trecho plano, mas logo a subida começou novamente.

Paisagens da trilha da Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen

A Mari corre meia maratona, então nos primeiros minutos de trilha ela deslanchou na frente. Manu e eu éramos umas das últimas que ficava próximo ao final da fila junto ao maior pelotão do grupo. Andávamos um pouco, parávamos pra respirar, beber água e tentávamos seguir as ordens do guia de que dizia pra gente não sentar que era pior e mais perigoso.

Li alguns blogs antes de viajar e o relato que eu li no Uma Sul Americana me fez acreditar que era sofrido, mas era possível e eu ia conseguir. Assim como a Aline, eu respeite os limites do meu corpo, parei sempre que necessário (tipo, quase a cada minuto) e depois de 3:20 de trilha conseguimos avistar a plaquinha!

Laguna 69: a chegada – Foto by Manu

A sensação de superação ao chegar no topo é incrível. Tive vontade de chorar porque próximo ao final da trilha eu achei que não iria conseguir, mas… quem acredita sempre alcança e este foi o resultado.

Laguna 69 – Foto by Manu

Sim, foram 3:20 pra subir e menos de 20 minutos admirando a laguna e os pequenos floquinhos de neve que caiam do céu!

Teve neve sim – Foto by Manu

Dizem que pra descer todo santo ajuda, mas foi preciso ter bastante cuidado pra não escorregar e cair ribanceira abaixo. Voltei com passadas largas, parando bem menos e tentando capturar pequenas memórias dos lugares por onde passei.

Paisagens da trilha da Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen

Fiz fotos, andei, andei, andei e parecia que nunca chegaria no nosso ponto de encontro onde estava o ônibus. Porém, depois de mais de duas horas de caminhada, avistei a bela cachoeirinha novamente. Desta vez parei, fiz minhas fotos, terminei de subir e sentei falecida no ônibus que me levaria de volta pro hostel.

O que vemos pelo caminho – Foto by Évelin Karen
Paisagens da trilha da Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen
Paisagens da trilha da Laguna 69 – Peru – Foto by Évelin Karen

Neste mesmo dia apenas tomei um banho e saí com Manu para jantar e embarcar pra Lima. Passamos a noite viajando e durante a viagem meu joelho inchou e doeu muito, isso porque nunca tive problemas no joelho. Hora de tomar o bom e velho Dorflex e passar pomada Cataflam, pois na manhã seguinte iria encarar meu city tour na capital peruana. Quer saber como foi? Confira no próximo post!

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On the Road – Peru – Day 5 – Huaraz: Glacial Pastoruri

On the Road – Peru – Day 5 – Huaraz: Glacial Pastoruri

Depois de quase ver a morte na trilhazinha da Laguna Parón resolvi tirar a próxima manhã para descansar? Capaz! No meu segundo dia em Huaraz acordei cedo porque iria conhecer o famoso Glacial (ou Nevado) Pastoruri.

O caminho (antes da entrada do Glacial) – Foto by Évelin Karen
 Será que o Glacial é atrás daquelas montanhas nevadas? – Foto by Ma

Vale lembrar que para entrar no Parque Nacional de Huascarán é necessário pagar uma taxa de entrada (já não me recordo mais do valor, mas sei que se você pretende ir mais de dois dias é possível comprar um boleto com um valor diferenciado).

Árvores diferentonas – Foto by Évelin Karen
Paisagens do Caminho Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen

Pra chegar no destino encaramos 3 horinhas de van mais uma trilhazinha de uns 40 minutos. Mesmo sendo mais longo, achei o caminho mais tranquilo que o da Parón. Este foi o primeiro dia que tomei as tais soroche pills e talvez seja por isso que consegui curtir o passeio de boa, mesmo encarando mais de 5200 metros de altitude. Pra quem tem preguiça de andar, este passeio possui “adicional de cavalinho”, mas é claro que eu não lembro o valor pra compartilhar com vocês (acho que deve ser uns 15, 20 soles). 

Paisagens do Caminho Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen

Depois da caminhadinha a recompensa: gelo, muito gelo, muito gelo MESMO! Uma paisagem diferente de tudo que eu já tinha visto na vida.

Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen
Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen

Ao me aproximar pude ver que além do gelo existia muita água escorrendo. Sabe quando falam no jornal que as geleiras estão derretendo? Pude constatar com meus próprios olhos que tais notícias são bem reais. Infelizmente, muita gente não se preocupa com o meio ambiente, poluição, consumo consciente… Mas um dia todos nós iremos pagar pelas agressões cometidas diariamente contra o nosso planeta. Eu ainda pude presenciar a beleza deste glacial, mas infelizmente não se sabe até quando teremos este incrível lugar para visitar.

Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen
Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Turista aleatória
Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen

Mais uma vez fiquei batendo papo com a guia e mais uma vez fiquei bastante assustada. Acho que ficamos perto de duas horas neste tour (entre percurso de ida, volta e, de fato, no Glacial). Ficamos super impressionados e queríamos fazer um ensaio da Vogue naquela paisagem top. Foi quando ela me falou “Quando eu chamo as pessoas pra ir embora é porque realmente é hora de partir. A maioria dos turistas que estão aqui não são acostumados com a altitude e isso é muito perigoso. Já aconteceu do turista ficar muito tempo aqui, voltar pra van, dormir e nunca mais acordar”. Se a história é verdade eu não sei, só sei que depois disso aumentei minhas passadas, embarquei na van e não preguei os olhos nas 3 horas de retorno (vai que eu durmo e não acordo mais também…).

Paisagens do Caminho Glacial Pastoruri – Peru – Foto by Évelin Karen

A noite o bonde dos brasileiros foi fazer gordice na Luigi´s Pizza. Adorei o lugar: super descolado, paredes cheias de mensagens escritas pelos clientes e trilha sonora super de primeira (estava tocando Manu Chao). Pizza de massa fina, delicinha e com combos promocionais (pizza + bebida) por um preço bem camarada.

Não ficamos acordados até tarde porque no próximo dia nos reservava o passeio mais aguardado de quem visita Huaraz: a famosa Laguna 69. Fiquem de olho no próximo post que será babado!

On the Road – Peru – Day 4 – Huaraz: Laguna Paron

On the Road – Peru – Day 4 – Huaraz: Laguna Paron

Depois de um longo dia viajando de ônibus até chegar em Huaraz vem uma longa noite de sono? Não no meu caso! Na minha primeira manhã nesta cidade acordei antes das 5:00 e sem despertador. Não sei se foi culpa da altitude ou da minha ansiedade, só sei que mesmo enrolando um pouco na cama acabei levantando antes das 6:00 para acompanhar o nascer do sol naquele frio próximo do 0 grau.

Amanhecer Huaraz – Foto by Évelin Karen
Amanhecer Huaraz – Foto by Évelin Karen

Meu primeiro tour pra Laguna Paron iniciaria apenas as 08:30, então tomei café de boas no hostel (chazinho de anis pra tentar amenizar o soroche) e de cara já fiz amizade com 2 brasileiros: a Mari de Sampa e o Jorge do Mato Grosso. Na van foi hora de conhecer a Manu de Fortaleza e aí sim montamos o bonde dos brasileiros pra compartilhar a sofrência do soroche.

Antes de embarcar na van fui num mercadinho comprar merendinhas pro passeio, arrumei a mochila de ataque e embarquei na minha primeira aventura. No caminho paramos numa cidadezinha onde tomei meu primeiro sorvete de Lucuma. Paguei 4 soles e achei muito delicioso. Quem vai pro Peru não pode deixar de experimentar!

Sorvete de Lucuma – Foto by Évelin Karen
La Iglesia en el caminho

Embarcamos na van novamente e após algumas horas de viagem, subindo e subindo as montanhas, chegamos na entrada do Parque Nacional Huascarán. Chegamos na tal Laguna Parón? “Magina”! Encaramos mais alguns vários minutos subindo as montanhas, curtindo os penhascos e admirando a belíssima natureza peruana.

A caminho da Laguna Paron – Foto by Évelin Karen

Perto do meio dia finalmente chegamos no tal lugar. Valeu cada km percorrido, já que todos ficaram perplexos diante da beleza e dos contrastes daquela paisagem única: aquela laguna de cor esmeralda rodeada por montanhas nevadas é simplesmente uma imagem cinematográfica!


Laguna Parón – A chegada (no filter) – Foto by Évelin Karen

Descemos da van, fizemos um pipis pago (acho que se você guardar o ticket pode usar mais de uma vez), passamos repelente (eita lugarzinho cheio de mosquitos) e fomos encarar nossa primeira “trilha” rumo ao mirante da Laguna. Confesso, a distância é ridícula, mas graças à altitude eu comecei a ver a morte ali mesmo (deve ser por isso que as agências de turismo recomendam este passeio para que o turista possa aclimatar). Quem me conhece sabe que eu faço atividade física (mais pra poder comer que pra ficar sarada, mas tá valendo) e antes de ir pro Peru eu treinei forte pra encarar a altitude e as trilhas que pretendia fazer, mas meus amigos…. senti o perrengue! A subida do mirador da Paron é “simples”… acho q daria pra fazer em 15 minutos ou menos se não fosse a altitude. Doeu a cabeça, baixou o cansaço, coração acelerou… Foi ali que eu literalmente conheci o caminho das pedras. Acho que demorei cerca de 40 minutos para chegar no topo. Mesmo pensando que não ia conseguir eu fui devagar e sempre até chegar no tal mirante para admirar aquela paisagem incrível. 

Laguna Parón – Vista do Mirante (no filter)  – Foto by Évelin Karen
Laguna Paron – Foto by Manu

No mirante fiz belas fotos, mas aproveitei mais pra sentar em uma pedra, admirar, observar, respirar e agradecer por poder conhecer um lugar tão belo como aquele. O que dizer da Laguna Parón? São 4200 metros de altitude, um percurso simples e um pouco cansativo, mas que te surpreende com uma paisagem linda, incrível e mágica, sendo ela a maior laguna da Cordilheira Branca peruana. 

Laguna Parón – Foto by Évelin Karen
Laguna Parón – Foto by Évelin Karen

Aproveitei que estava contemplando aquele lindo lugar e bati um papo com o nosso guia. José me contou sobre a baixa temperatura naquelas montanhas nevadas que cercam a Parón e sobre os acidentes que costumam acontecer entre os amantes de aventura adeptos da escalada. Avalanches são consideradas normais naquela área e, até 14/08/2018, 9 pessoas tinham perdido a vida tentando subir aquelas montanhas nevadas. Ele também me contou a história de um avião que desapareceu naquela área e depois de anos os corpos foram encontrados praticamente intactos e congelados. Sinistro!

Tem gente que encara subir as montanhas geladas do fundo – Foto by Manu

Acho que ficamos no máximo duas horas na Parón, mas foi tempo suficiente para se apaixonar por aquele lugar. Na volta, olhos grudados na janela da van para tentar trazer de recordação pedacinhos daquela paisagem na memória.

El camino – foto by Évelin Karen

Neste passeio também conheci o Dheyvisson de BH. Resultado: o bonde dos brasileiros decidiu repor as energias num jantar delicinha no 13 Buhos. Rolou Cusqueña, pollo con arroz y ensalada (porque eu sou super fitness RYSOS).

O lugar não é dos mais baratos, mas fomos super bem atendidos. Aliás, me deixaram até usar o computador para comprar meu ticket de Machu Picchu e foi ali que eu descobri que… estavam todos esgotados! Tensão? Nervosismo? Desespero? Talvez um pouco, mas estava de férias com o intuito de curtir minha viagem, por isso não iria me desesperar e sim aproveitar!

Jantar no 13 Buhos – Foto by Évelin Karen

Falando em aproveitar, sou brasileira acostumada com sol e mar e conhecer o Peru me proporcionou visitar lugares que só tinha visto em livros e filmes. Quem vai a Huaraz tem a oportunidade de conhecer geleiras bem de pertinho no Glacial Pastoruri. Curiosos para saber como foi este rolê? Fiquem de olho no próximo post!

On the Road – Peru – Day 3 – Huaraz (a chegada)

Manhã se segunda-feira parece um filme de terror na vida de grande parte desta sociedade, não é mesmo? Porém, quando estamos de férias a situação muda completamente, ainda mais se a sua segunda te reserva uma tão esperada viagem para Huaraz!

A caminho de Huaraz – foto by Évelin Karen

Após um domingo super agitado no meu tour Ica – Paracas, acordei antes do despertador tocar e as 07:30 já estava na rua, “no pique da Globo”, tentando achar um lugar legal pra tomar café e uma casa de câmbio aberta. Aproveitei para dar uma volta tranquilamente pelas ruas de Miraflores e pude constatar que o comércio abre apenas após as 9, por isso tive que enrolar e esperar os lugares abrirem pra conseguir resolver minha vida.

Antes de sair do hostel eu abri as mensagens do grupo Peru do Whatsapp e li sobre um acidente que tinha acontecido naquela noite na estrada para Huaraz deixando dezenas de mortos. Confesso que fiquei bem assustada, considerando que no sábado tinha acontecido o acidente nos tubulares e algumas semanas antes um acidente envolvendo dois trens que fazem o trajeto pra Águas Calientes (Machu Picchu). Parecia que a bruxa estava solta e rondando por ali.

De volta no Hostel fiz meu check out, chamei um Uber e fui para a rodoviária da Línea que me levaria para a cidade de Huaraz. Pelo que vi, por ali não existem muitas rodoviárias com ônibus de várias empresas. Por isso é comum cada ônibus sair da garagem da empresa que ele pertence. Eu escolhi a Línea porque tinha lido a respeito na internet e não tinha encontrado reclamações nos blogs que pesquisei. Como vi que alguns viajantes recomendavam e o valor da passagem estava barato (30 soles) acabei comprando pela internet mesmo e com cerca de um mês de antecedência o que me garantiu o assento da frente que fica ao lado da janela, ou seja, viajei de camarote!

A rainha do camarote – Foto by Évelin Karen

Despachei minha bagagem, aguardei alguns minutos e embarquei para a tão esperada Huaraz. Fazia mais um dia bem cinzento em Lima. Como pesquisei um pouco antes de escolher meu destino, decidi viajar durante o dia para ver as paisagens que o caminho me oferecia. Mas pra sair da rodoviária o que encontrei foi muito trânsito!

Acho que meu ônibus saiu da rodoviárias às 11:00. Paramos apenas uma vez por volta das 15:00 para utilizar os sanitários e almoçar. Não tive coragem de comer nada, então fiquei só no sorvetinho. Voltamos pro ônibus e pude ver, cada vez mais de perto, as beleza da Cordilheira Branca.

Paisagens do caminho – Huaraz Peru – Foto by Évelin Karen
Um belo fim de tarde na estrada – Foto by Évelin Karen

Por volta das 19:00 chegamos em Huaraz. Só tirei minha bagagem do ônibus e na calçada já encontrei com a pessoa que me levou pro hostel. Fiquei hospedada no Artesonraju Hostel e fechei meus passeios com a agência Scheler Trekking (na verdade o Scheler é o dono do hostel, então tudo ficou mais fácil rs). Antes de escolher vi dezenas de comentários de brasileiros falando super bem da agência do Scheler, então isso ajudou bastante na hora da escolha.

Finally Huaraz – Foto by Évelin Karen

Fiquei num quarto privado com banheiro e achei muito maravilhosa a relação custo x benefício. As instalações eram limpas, bem conservadas, TV com TV a cabo (pra escutar uma musiquinha no fim do dia), chuveiro quentinho, cama de casal com edredom quentinho e cobertores. Super atendeu as minhas expectativas.

Artesonraju Hostel – Foto by Évelin Karen
Mais um pouco da minha suíte master – Foto by Évelin Karen

Fiz check in, fechei meus passeios dos próximos dias (Laguna Paron, Glacier Pastoruri e Laguna 69), sai pra comprar meu jantar (pollo com papas fritas y ensalada), tomei um banho e dormi, pois meus próximos dias seriam recheados de aventura na Cordilheira Branca.
No próximo post conto como foi meu primeiro passeio: Laguna Paron!