Virada Cultural 2019

Quem me conhece sabe que eu sou a louca da Virada Cultural de SP e é claro que em 2019 tive que marcar presença. Acordei cedo e antes das 11 saí dos alpes mogianos com destino ao centro de Sampa.

Partiu Virada? Foto by Évelin Karen

Desci na estação República e já fui direto pra Av. São João onde estava o palco MPB/ Samba. Foi ali que rolou meu primeiro show do dia: O Grande Encontro. Curti bastante, mas confesso que achei o som bem baixo (o que atrapalhou um pouquinho).

O Grande Encontro – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Depois que eles tocaram Chão de Giz saí da muvuca porque pretendia ir pro palco da Anitta, mas encontrei as migas de Mogi e acabei abortando a missão. No final das contas assisti todo o show do Grande Encontro e até que foi bem gostoso.

Nosso Grande Encontro – Foto by Alex

Pós Grande Encontro foi hora de encontrar minha irmã carioca mais querida do oeste no cruzamento mais famoso da cidade (que rende aquela foto blogueirinha). Mas antes disso pude conferir Hallelujah no “Ópera da Sacada”… Coisa mais linda!

Ópera na Sacada – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen
Miga, sua loca – Foto by Évelin Karen

Começou a chover, mas decidimos ir pro show da Pitty. Não sei se foi o lugar que estávamos, mas achei meio muvucado e numa vibe pesada. Depois de três músicas acabamos abortando a missão.

Pitty – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Hora de ir embora? Capaz! Decidimos voltar pro palco MPB/ Samba e curtir o show da Maria Rita. Que ótima escolha! O show foi maravilhoso, muito sambinha típico do RJ que goxxxto tanto.

Maria Rita – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Carol nos abandonou pós Maria Rita, então apresentei pra Lari o pico do rolê (na minha opinião): show do É o Tchan (terceiro ano consecutivo na Virada Cultural). Desta vez rolou participação especial do Reinaldo do Terra Samba e a presença da ilustre Sheila Melo.

É o Tchan – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

A noite já começava a cair e ainda tivemos tempo de pegar o Cortejo passando trazendo um pouco da arte dos meus patrícios africanos.

E o que dizer das luzes que colorem o centro paulistano? É ou não é de encher os olhos?

Theatro Municipal São Paulo – Foto by Évelin Karen
Shopping Light – Foto by Évelin Karen

Pra finalizar conferimos o show do Afrocidade na Praça Patriarca. Pense numa galera com uma energia P-O-R-R-E-T-A. O povo dança muito e é impossível assistir ao show parado.

Afrocidade – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

No final das contas posso dizer que pude curtir mais um ano de Virada Cultural com sucesso: sem brigas, sem furtos, sem perrengues… Cheia de alegria, boas cias e muitos bons shows!

Nota: Quer saber como foi a minha Virada nos anos anteriores? Então confira a de 2014, 2015 e 2017.

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On the Road – Chapada dos Veadeiros

Olá galera bonita e descolada, viajantes e simpatizantes! Hoje vou compartilhar alguns detalhes da minha viagem para a Chapada dos Veadeiros. Desta vez, eu resolvemos aproveitar o feriado de 9 de julho (que ocorre apenas no Estado de São Paulo), para curtir as cachoeiras da Chapada.

Cachoeira Almécegas I – Foto by Évelin
Karen

Embarcamos em um voo sábado de manhã para Brasília e alugamos um carro para chegarmos no povoado de São Jorge, na cidade de Alto Paraíso de Goiás. Quanto ao caminho percorrido, não é tão complicado chegar na Chapada, mas confesso que me perdi na saída de Brasília graças a falta de sinalização (ou seria minha falta de atenção?). No geral o acesso é fácil, a estrada é um tapete e cheia de retas. Dica: cuidado com as dezenas de radares em Brasília. 

Chegando em São Jorge deixamos nossas coisas na pousada para começarmos o passeio. Nos hospedamos na pousada Luz do Sol que fica em frente ao armazém e farmácia do povoado. Ali próximos também ficam vários restaurantes, lanchonetes e comércios da cidade. Achei as instalações da pousada simples, mas atendiam nossas necessidades e eram bem limpas. A camareira Rose nos atendeu super bem, sempre com um sorriso no rosto. Já o café da manhã é servido próximo a pousada, na Lanchonete Rio Preto, com uma boa diversidade de comidinhas gostosas.

Como iniciamos nosso tour no meio da tarde conseguimos visitar apenas a Cachoeira São Bento. Normalmente as pessoas visitam neste mesmo passeio a Almécegas I e II, mas deixamos o carro num estacionamento afastado, o que impossibilitou o deslocamento entre as 3 cachoeiras #ficadica

Achei a cachoeira São Bento bem simplona, mas bem legal para passar um tempo relaxando. Na parte de cima existe um poço (com água fria, mas não congelante). Ao descer uma pequena trilha é possível curtir outros quatro pontos para banho e quedas d’água. 

Trilha Cachoeira São Bento – Foto by Évelin Karen
Cachoeira São Bento – Foto by Évelin Karen
Curtindo um solzinho na Cachoeira São Bento – Foto by Évelin Karen

Voltamos para a pousada, tomamos banho e fomos jantar no Restaurante Buritis. Comidinha caseira e deliciosa: pedimos um Misto que vinha carne, frango, arroz, feijão e farofa. Ótimo tempero e porção bem servida (nós três comemos bem e ainda sobrou um pouco de comida).

No segundo dia voltamos para São Bento e desta vez fizemos as Cachoeiras das Almécegas I e II. Começamos pela I e encaramos uma trilhazinha até o Mirante onde avistamos uma grandiosa queda d’água. Fizemos uma pausa para fotos e depois descemos a trilha para ver a queda d’água mais de perto. 

Almécegas I – Foto by Évelin Karen

Subimos pela mesma trilha e fomos em direção a parte de cima da cachoeira. Mesmo sendo um dia de inverno, estava super quente e tudo o que queríamos era um banho de cachoeira. Porém, a água estava bemmm gelada e resolvemos abortar a missão.

Almécegas I vista de baixo – Foto by Évelin Karen

Voltamos para o carro e seguimos para a Cachoeira Almécegas II. A trilha desta é menor que a da I e logo avistamos mais uma bela cachoeira. Nesta ficamos pouco tempo, apenas pausa para tirar algumas fotos, contemplar um pouco a paisagem e pé na estrada.

Almécegas II – Foto by Évelin Karen
 Almécegas II – Foto by Évelin Karen

Na saída das Almécegas o carro deu uma derrapada forte (o carro até dançou o samba do crioulo doido… medOOO). Por isso #ficadica de pegar um carro que seja no mínimo 1.6 MESMO (tínhamos lido isso num blog, não tinha levado muito a sério, mas é melhor não pagar pra ver). 

Continuamos a viagem e no período da tarde visitamos as Cachoeiras Loquinhas. Antes de entrar fizemos uma boquinha na lanchonete e tomamos uma água de coco pra hidratar um pouco. Lá fizemos duas trilhas: Loquinhas e Violeta. A Loquinhas foi a mais legal, pois como fomos em época de seca vários poços da Trilha Violeta estavam secos. Destaque para o Poço da Vovó (onde tomamos nosso primeiro banho de cachoeira real oficial do passeio) e Poço da Xamã. Nestes sim eu consegui entrar, encarar aquela água fria e dar uns tchi buns de verdade.

Trilha Loquinhas e Violeta  Foto by Évelin Karen
 Poço do Xamã – Foto by Évelin Karen
 Poço da Vovó – Foto by Ana Carina

Na volta da Cachoeira Loquinhas paramos o carro próximo ao mirante da Pedra da Baleia para contemplar o pôr do sol da Chapada. Mais uma sessão de fotos e um misto de sentimentos onde a gratidão fica em evidencia.

Pedra da Baleia – Foto by Évelin Karen
I walk the line – Foto by Lydia Garcia

Depois de chegar na pousada e tomar banho foi a hora do nosso jantar no Restaurante Paladar Bistrô. Comemos um maravilhoso peixe com espinafre, arroz, fritas e salada, tomamos aquela Heineken gelada e aproveitamos a noite agradável pra jogar conversa fora. Gostei bastante da comida muito e do ótimo atendimento da dona que era bastante simpática.

No nosso terceiro dia de viagem visitamos o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e realizamos uma das quatro trilhas: a dos Cânions, com cerca de 10 km ida e volta. Dica: se possível leve uma garrafa de 1,5 de água por pessoa. Além de enfrentar um calor do Saara existe o fator do clima seco, sendo esta uma ótima combinação pra te deixar desidratado. A dica é sempre beber bastante água, por isso os funcionários do parque orientam os turistas a encherem as garrafas com água da cachoeira (mas é claro que você deve buscar água nas quedas e locais por onde corre mais água, evitando aquela água parada que pode estar suja). No nosso caso levamos 1 garrafa de 1,5 para 3 pessoas, logo tivemos que beber água da cachoeira, mas nada de ruim nos aconteceu (tanto que estou aqui para contar a história rs).

Cânions do Parque da Chapada dos Veadeiros Foto by Évelin Karen

Que dizer desta trilha? “Pushada!” Tem subida, descida, umas pedras gigantes… por isso vale a pena usar uma bota de trekking ou tênis (havaianas não, pelo amor de Deus). Da entrada do parque até os cânions levamos cerca de 1:20, mas valeu a pena cada minuto caminhando embaixo daquele sol escaldante. Deu pra tomar banho, fazer fotos, admirar a paisagem e curtir bastante o lugar.

Curtindo a vista – Foto by Lydia Garcia
Curtindo minha piscininha de pedras – Foto by Ana Carina

Depois dos cânions foi a vez de conhecer a Cachoeira Carioquinhas. Nesta hora percebi que a sinalização da trilha precisa de alguns ajustes, já que a nossa saída foi um pouco complicada… por sorte pegamos algumas dicas com um dos bombeiros que estava no local (por ser alta temporada) e com outros turistas.

Sobe pedra, desce pedra, levanta poeira e eis que chegamos nas Carioquinhas (que estava bem movimentada por sinal). Achei esta cachoeira bem especial, pois pude entrar na água, sentir aquele lugar e agradecer por aquele momento maravilhoso, pela natureza, aquela paisagem, o som da água, o dom da vida… gratidão define!

Carioquinhas – Foto by Évelin Karen
Carioquinhas – Foto by Évelin Karen

Perto das 15:00 foi hora de levantar acampamento: mais 1:20 de caminhada até a entrada do parque. Chegamos “morridas”, mas super valeu a pena. Na saída, tudo o que eu queria era um suco gelado e comida. Paramos num açaí que fica na entrada de São Jorge (e eu esqueci de pegar o nome), tomei uma limonada suíça geladinha que parecia chuva caindo em terra seca rs

Cogitamos assistir o pôr do sol de novo ou visitar as piscinas termais, mas acabamos indo pra pousada. Depois de um bom banho foi hora de jantar e o restaurante escolhido foi a Casa da Pankeka. Pedi uma panqueca de frango com azeitonas e de acompanhamento veio uma saladinha e batata palha. Achei tudo muito gostoso e temperadinho (acho que nesta viagem não comi nada que não gostei).

Já no nosso último dia de viagem aproveitamos para conhecer o famoso Vale da Lua. Trata-se da paisagem mas diferente que vimos durante o passeio: aquela formação rochosa “diferentona” que nos remete à lua combinada com piscinas de água bemmmmm gelada!

Vale da Lua – Foto by Évelin Karen 
 As tais rochas do Vale da Lua – Foto by Évelin Karen
Vale da Lua – Foto by Évelin Karen

Últimas fotos e últimos tchi buns. Voltamos para a pousada, pegamos nossas coisas e demos adeus pra Chapada (ou seria um “até logo”?).

Gostei bastante deste destino, super recomendo, mas se voltasse eu fecharia novos passeios com alguma agência pra ter mais tranquilidade (sem me preocupar se o carro vai quebrar, se vai dar pra subir o morro ou se estou no caminho certo). Gosto muito deste tipo de comodidade e de ouvir histórias de guias de turismo. Ainda tenho muita coisa pra explorar neste lugar, como a Cachoeira Santa Bárbara, Cachoeira dos Couros, Poço Encantando… então acho que vale a pena tentar organizar um retorno. E se você está aí lendo meu relato e pensando “quantos dias eu preciso pra visitar a Chapada?” minha dica é: tenha no mínimo 4 dias, mas saiba que quanto mais dias tiver, mais paraísos você conseguirá visitar, explorar, se aventurar e amar.

Principais gastos

Voo: Latam – Congonhas – Brasília: R$ 308,20


Aluguel de carro: Unidas – R$ 346,00 (4 diárias + 1 motorista adicional

Hospedagem: Pousada Luz do Sol – Quarto Triplo R$ 250,00 a diária

Passeios: Cachoeira São Bento: R$ 15,00

Almécegas I e II: R$ 25,00

Cachoeira Loquinhas: R$ 30,00 (mas tenho dúvidas porque não anotei na hora)

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros: entrada gratuita (R$ 15,00 estacionamento).

Vale da Lua: R$ 20,00 (mas tenho dúvidas porque não anotei na hora)

On the road – João Pessoa

Este meu post está super atrasado, pois fui para João Pessoa em agosto de 2016, mas acho que vale a pena compartilhar minha experiência (antes tarde do que nunca). 

Eu S2 Jampa – Foto by Évelin Karen

No nosso primeiro dia iríamos descansar, mas o hotel estava em reforma. Chegamos às quatro da matina e ao lado da nossa janela o galo já cantava. Antes das 8 fomos acordados pelos funcionários da obra que falavam alto pelos corredores e faziam muito barulho. Levantei, fui tomar banho, mas o chuveiro não aquecia. Olhei para o vidro do box e parecia que há tempos não era lavado. Coloquei o celular pra carregar de madrugada e quando peguei de manhã vi que não tinha carregado, pois a única tomada do quarto não funcionava. Então fui abrir a janela pra ver se tinha vista pro mar e vi um vidro imundo que eu fiz questão de fotografar. Reclamei com a empresa que me vendeu o pacote e eles me disseram que até as 15 horas me dariam um retorno para que trocássemos de hotel. Eles nos retornaram apenas depois das 16 horas e resolvemos ficar, pois conversei com a gerente e fui pra um quarto mais limpo e bem arrumado (porém o prédio ao lado também estava em obra de segunda a sábado, ou seja, em agosto de 2016 este hotel não foi uma boa escolha… não sei se hoje está melhor). No mais, TV a cabo e internet funcionavam bem, café da manhã razoável e na piscina tinham crianças super bem educadas que tiravam o membro para urinar (ou seja, foi um ambiente que evitei, mesmo tendo uma bela vista). Resumo do primeiro dia: perdi tempo tentando encontrar acomodações melhores, almoçamos de frente pro mar e curtimos a preguiça. Um grande achado foi o Quiosque Tropical, localizado em frente ao Hotel Netuanah: ótimo atendimento e comida boa a preço justo.

Vidro limpinho do Netuanah – Foto by Évelin Karen
Quiosque Tropical – Foto by Évelin Karen

No segundo dia fomos para  Cabedelo. Ali pegamos uma escuna na Praia do Poço para a Ilha da Areia Vermelha. No meio do mar, dependendo da maré, surge uma faixa de areia onde os turistas tomam sol e curtem a praia particular. O almoço foi no restaurante da Cibele e foi bem ruinzinho. Mesmo fazendo o pedido antes do passeio nossa comida demorou muito para chegar e quando chegou o peixe estava frio e o tomate da salada azedo. Se você for com a Luck tente encontrar outro lugar pra comer, pois pelo custo x beneficio não vale a pena. 

A caminho da Ilha da Areia Vermelha Foto by Évelin Karen
Ilha da Areia Vermelha – Foto by Mamis
Ilha da Areia Vermelha – Foto by Évelin Karen

No terceiro dia fizemos o passeio das praias do sul, Costa do Conde. Andamos num jipe, mais conhecido como “Penélope” e conhecemos belas paisagens (Mirante Dedo de Deus, Mirante do Castelo da Princesa, Mirante da Santinha). Desembarcamos na praia de Tambaba (onde existe uma parte reservada ao naturismo). Depois Praia Bela onde tomamos banho de rio. 

Passeio de Penélope – Foto by Évelin Karen
Mirante Dedo de Deus – Foto by Rodrigay
Mirante da Santinha Foto by Évelin  Karen
Mirante da Santinha – Foto by Évelin  Karen
Praia de Tambaba – Foto by Évelin Karen

Almoçamos na Praia de Coqueirinho no restaurante Tropicália. Comemos um filé mignon ao molho madeira bem gostoso. Depois curti piscina, esteira e belas paisagens. 

Praia de Coqueirinho – Foto by Évelin Karen

No quarto dia fomos a Praia de Gramami e na Praia do Amor onde fica a famosa pedra furada. Diz a lenda que quem passa embaixo da pedra e é solteiro se casa e quem é casado fica junto a vida inteira (passei nesta pedra em agosto de 2016, estamos em fevereiro de 2018 e nenhum casamento em vista, ou seja, falhou). 

Pedra Furada – Foto by Évelin Karen
Praia do Amor – Foto by Évelin Karen

Nosso acampamento foi montado na Praia do Bessa, onde passamos o dia aproveitando as instalações do Lovina e mais um pouco de praia.

Lovina na Praia do Bessa – Foto by Évelin Karen

No nosso quinto dia curtimos o passeio do litoral norte com Cabedelo e pôr do sol na Praia do Jacaré. Passamos pelo Projeto Tartarugas Urbanas, o marco zero da estrada Transamazônica, Fortaleza de Santa Catarina, curtimos praia e fechamos o dia com um inesquecível pôr do sol ao som de Bolero de Ravel no sax. 

O famoso pôr do sol na Praia do Jacaré – Foto by Évelin Karen

No sexto dia fizemos um city tour por João Pessoa. Conhecemos o Mirante, Farol Ponta dos Seixas (onde tem o famoso sorvete de caipirinha). Visitamos também o Centro Histórico, a Igreja de São Francisco, tivemos um almoço gostosinho e finalizamos o tour no mercado de artesanato. 

Igreja e Museu de São Francisco – Foto by Évelin Karen

No nosso último dia de viagem curtimos a nossa manhã bem de frente pro hotel, na Praia de Cabo Branco. Deu pra dar uns tchi buns, tomar sol, cerveja e água de coco para reabastecer as energias e voltar para minha tão querida Mogi. 

Praia de Cabo Branco – Foto by Évelin Karen
Nosso amiguinho de trip – Foto by Évelin Karen

Gostei bastante de João Pessoa e recomendo. Espero incluir alguma cidade do nordeste no roteiro da minha próxima viagem de férias. A dúvida é: qual será o lugar?

On the road – Bahia Parte 4 – Praia do Forte (o retorno)

On the road – Bahia Parte 4 – Praia do Forte (o retorno)

Profissão blogueiro de resorts: parece um sonho? Pra mim foi uma maravilhosa realidade! Passei um final de semana num resort maravilhoso na Praia do Forte e conto aqui como foi esta experiência.

Quem acompanha meu blog sabe que já rolou On the Road Bahia Parte 1Parte 2 e Parte 3 mas desta vez eu fui obrigada a voltar para a Praia do Forte. O motivo? Eu e mais 21 pessoas ganhamos a promoção Blogueiro de Resorts da Resorts Brasil. O prêmio? O meu foi um voucher com duas diárias no Resort Iberostar Bahia, mas os demais foram para outros 21 resorts espalhados pelo Brasil. Chato, não?

Praia do Forte – Foto by Évelin Karen

Chegamos na sexta à noite e ficamos encantadas com a estrutura do local: gigante! Banda ao vivo rolando no bar, espetáculo no teatro, balada depois das 23:00… A noite já estava bastante agitada, mas tudo que queríamos era conhecer nossos aposentos e partir para o jantar.

Uma das laterais do Iberostar Bahia – Foto by Évelin Karen
Iberostar Bahia – Foto by Évelin Karen

Achei o quarto bastante espaçoso, camas confortáveis, curti a varandinha com varal para secar as roupas de banho, frigobar com várias bebidinhas. O único ponto negativo foi que o quarto estava com um pouco de cheiro de mofo.

Nossos aposentos – Foto by Évelin Karen

No jantar fomos ao restaurante Meu Rei (o principal do hotel). Existem também os restaurantes Coqueiro (com várias opções de Carnes), Sakura (culinária japonesa), Mare Nostrum (culinária mediterrânea) e o El Colonial (culinária francesa), porém não conseguimos reservar nenhum destes na nossa curta estada.

O restaurante Meu Rei oferece um buffet bastante variado com diversas saladas, carnes, massas, peixes, uma vasta mesa de sobremesas, frutas, além de uma cartela diferenciada de bebidas. Comemos como se não houvesse amanhã e partimos para o bar para curtir a primeira noite de bons drinks.

Bons drink – Foto by Patrícia Teixeira
Cheers – Foto by Évelin Karen

No segundo dia esqueci de desligar meu despertador e as 5 da manhã fomos acordadas. Levantamos cedo e fomos conhecer o ambiente. O espaço do hotel é bem grande, com várias piscinas, quiosques, coqueiros e de frente para o belo mar baiano.

Curtindo a experiência – Foto by Patrícia Teixeira

Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa que gosta de curtir o dia e dormir à noite. Fui surpreendida por diversas atividades recreativas e me senti uma criança grande no Iberostar. Resultado: fiz ginástica funcional na praia, hidroginástica, joguei bingo na piscina. Nos intervalos tomava um drink no bar molhado, comia um petisco ou tomava um sorvetinho.

BINGO! – Foto by Évelin Karen
Fazendo a modelo – Foto by Patrícia Teixieira

A noite ainda curtimos um jantarzinho, bons drinks e show de talentos. Ficamos tão “morridas” que não arranjamos forças para conhecer a “buatchy”.

Curtindo bons drinks de leve – Foto by Évelin Karen

No domingo, nosso último dia, acordamos as 5 da manhã novamente, mas desta vez corremos para acompanhar o nascer do sol.

Quando o sol nascer – Foto by Évelin Karen
Vem sol – Foto by Évelin Karen
Here comes the sun – Foto by Évelin Karen

Como minha consciência ficou bastante pesada com a quantidade de gordices do fim de semana, resolvi sair para correr e fui parar na Praia do Forte, na altura do Projeto Tamar e daquela piscina natural maravilhosa. Tirei umas fotos, dei um tchi bum e renovei minhas energias.

“Jogue flores pra sereia” – Foto by Évelin Karen
Praia do Forte – Foto by Évelin Karen

Quarto, banho, café da manhã farto (a la programa da Xuxa), últimos tchi buns e drinks na piscina. Hora de partir de volta para São Paulo.

Fim de tarde na Bahia – Foto by Évelin Karen

Gostei bastante da experiência de curtir um resort por alguns dias. Percebi que é um destino bastante escolhido por casais e famílias (aliás, vi que o hotel disponibiliza uma equipe de recreação que fica com as crianças… os pais e mães devem adorar). Agradeço muito ao Resorts Brasil pelo prêmio, a miga Patrícia Teixeira do blog Quase Blogueiros pela foto linda que ela tirou minha no Chile e que me ajudou a ganhar mais uma promoção.

ostou? Ficou com invejinha? Não fiquei! Aproveite e participe das diversas promoções que aparecerem por aí. Eu participo de quase tudo que vejo e deve ser por isso que, as vezes, eu ganho. Minha dica é seguir o blog Báu da Promoção. Sempre que eu tenho tempo eu entro na “Agenda de promoções” para saber quais promoções estão perto de encerrar, pois assim eu participo e corro o risco de ganhar (como foi o caso desta viagem mencionada acima). Em épocas de crise e vacas magras, ganhar uma viagem é conquistar um grande tesouro!

Sei que ando postando super pouco e tenho algumas viagens para compartilhar com vocês (João Pessoa, Sul de Minas, Olímpia…). Como estou de férias dos meus cursos pode ser que eu consiga colocar a casa em ordem, portanto em breve tem mais post chegando!

On the road – Furnas/ Capitólio

On the road – Furnas/ Capitólio

O destino escolhido desta vez foi um dos que estão no Top 5 do momento: Capitólio! Então no post de hoje vamos ter muitas fotos de canyons, cachoeiras e águas cristalinas deste que também é conhecido como o famoso “mar de Minas”.

Pedreiras – Foto by Évelin Karen

Já começo o post com uma dica: vale a pena ficar hospedado em Passos. A cidade é maior, você encontra mais opções de hotéis, restaurantes e comércio, logo o preço final da sua viagem fica mais baixo. Nos hospedamos no Presidente Hotel situado no centro de Passos. Ótimas instalações, café da manhã delícia, a noite serviram caldo de cortesia para os hóspedes (pra quem curte vale a pena). Se escolherem se hospedar lá lembrem-se de um detalhe: peçam um quarto que não seja virado para a rua (porque o barulho de carros e pessoas na rua incomoda bastante).

Desta vez tive apenas um final de semana para aproveitar longe de casa. O jeito foi encarar a estrada sexta a noite, chegando em Passos quase as 2 da matina. Era o que tinha em oferta! 
Sábado acordamos cedo e as 08:30 todos estavam devidamente instalados nos jipes do Compadres Turismo. Eu sou destas que gosta de viajar e faz questão de fazer os passeios com uma empresa de turismo. Respeito as opiniões dos outros viajantes, mas para mim, ter um guia, ouvir histórias e curiosidades do local, saber para onde estou indo e ter o conforto de ser guiada por alguém faz toda a diferença na viagem. Super recomendo contratar os serviços do Conrado que é super atencioso e, juntamente com o Gil, nos levou num passeio que deixou todos extremamente satisfeitos com o investimento.

Toda a família com o Conrado do Compadres Turismo

A primeira parada foi o mirante da hidrelétrica de Furnas. Ali já deu pra ter uma ideia que o dia nos reservava um misto de belas paisagens. 

Furnas – Foto by Évelin Karen
Nosso jipe na pedreira da barragem – Foto by Évelin Karen
Mirante de Furnas – Foto by Mamis

Depois começaram as paisagens ainda mais bonitas. A Cachoeira do Poço Dourado foi uma delas (com direito a mergulho na água gelada e belas fotos para guardar de lembrança). Dica; se você é alérgico a mosquitos como eu leve seu repelente e passe! Eu esqueci no hotel e nesta parada os mosquitos começaram a me atacar. Por sorte o Gil tinha um pouco no carro e me emprestou, caso contrário eu iria ficar igual um Chokito cheio de bolinhas de picadas. 

Cachoeira do Poço Dourado – Foto by Évelin Karen
Cachoeira do Poço Dourado – Foto y Évelin Karen
Mergulhinho de inverno na água gelada
Fotos by Alex

Depois fomos em algumas pedreiras que me lembraram bastante as lagunas que visitei no Salar na Bolívia.

Pedreira Lagoa Azul – Foto by Évelin Karen
Pedreira Lagoa Azul – Foto by Évelin Karen
Pedreira Lagoa Azul – Foto by Évelin Karen

Nosso almoço foi no restaurante em frente ao local de embarque das lanchas. Existem dois restaurantes: um a la carte e outro por kilo. Como comemos pouco escolhemos o por kilo e achamos a comida razoável. Comi um peixinho bem saboroso, mas muitos do meu grupo não gostaram das carnes que pegaram porque estavam duras.

Depois de almoçar foi hora de fazer o tão esperado passeio de lancha. Câmeras (para as fotos), biquínis (para os mergulhos), casacos (para se proteger do vento frio) e bons drink (pois é! Conrado e Gil arrasaram na produção e levaram até caixas térmicas para gente levar nossas bebidas). Eita passeio que deixa todo mundo a cara da riqueza! Adorei as paisagens, os paredões dos canyons e as cachoeiras. Desta vez não tive coragem de entrar na água, pois o sol não estava batendo nos locais para banho.

Capitólio na lancha – Foto by Évelin Karen
Capitólio – Foto by Évelin Karen
Canyons – Foto by Évelin Karen
Capitólio – Foto by Évelin Karen

Antes de ir embora fomos no mirante no alto dos canyons para apreciar a imensidão e curtir o fim daquele lindo dia em território mineiro.

Mirante Capitólio – Foto y Évelin Karen
Mirante Capitólio – Foto y Évelin Karen

Retornamos para o hotel e depois do banho a maioria escolheu saborear os caldos que eles forneceram de cortesia aos hóspedes. Como eu não sou fã de caldos e sopas preferi atravessa a rua para fazer gordice no Scarpas Beers. Achei o bar bem bonitinho, com um ambiente acolhedor, preços razoáveis e comida Ok.

Scarpas Beer – Foto by Évelin Karen
Curtindo um chopp de leve no Scarpas – Foto by Évelin Karen

No domingo de manhã conhecemos a Igreja de Nossa Senhora da Penha e a Catedral do Centro de Passos. Depois passeamos e fizemos compras na feira livre que rola aos domingos. Lá é possível encontrar de roupa a frutas, verduras, legumes, doces, queijos, brinquedos, pastel de quiabo com Bacon… Eu comprei uns brigadeiros de doce de leite muito maravilhosos.

Igreja de Nossa Senhora da Penha Foto by Évelin Karen
Catedral de Passos – Foto by Évelin Karen

Almoçamos no restaurante Cantinho de Minas (Bar do Barão) que fica em uma fazenda bem bonita: lago, rede, comida boa… só achei que os pratos demoram bastante tempo pra sair, porém vale lembrar que o restaurante estava cheio, era domingo e horário de almoço, portanto fica meio difícil fazer milagre.

Barriga cheia, pé na areia: hora de encarar a estrada e voltar para os nossos lares trazendo apenas boas recordações de um final de semana incrível.

Dicas (apenas relembrando):

– Se quer fazer um passeio completo contrate os serviços da empresa Compadres Turismo. Nossa experiência foi a melhor possível.

– Leve repelente (principalmente se você é alérgico). Eu fui picada mesmo sendo um ensolarado dia de inverno (e no verão os mosquitos fazem a festa sem dó nem piedade).

– Evite a alta temporada, pois ficamos sabendo que as atrações recebem muitos turistas e existe um grande fluxo de lanchas fazendo o passeio (chegando até a ser perigoso).

– Se hospede em Passos (a cidade tem uma estrutura bem melhor que Capitólio).

– Vá com no mínimo 2 dias para realizar passeios (pois assim você consegue conhecer O Paraíso Perdido que dizem ser um lugar incrível).

– Vai de carro? Prepare-se porque é um pouco longe. Gastamos 7 horas de viagem (fazendo apenas 2 paradas de 15 minutos). Se puder colocar um Sem Parar ou Connect Car você irá poupar um bom tempo parado nas filas dos vários pedágios da estrada.

– Vai se hospedar no Presidente Hotel? Peça um quarto que não seja virado para a rua.

– E a dica principal: Visite Capitólio e as belezas da região de Furnas. Você não vai se arrepender!

E no próximo post compartilharei com vocês a realização de um sonho: Rock in Rio 2017.

On the Road – Região dos Lagos – Day 4 and 5 – Búzios

On the Road – Região dos Lagos – Day 4 and 5 – Búzios

Depois de passar alguns dias em Cabo Frio e Arraila do Cabo decidi partir para  Búzios e minha “base” foi o Yolo Hostel. Por que Yolo? É a sigla de “You only live once”.

Búzios – Foto by Évelin Karen

Um hostel bacana, bem amplo, vários quartos, um espaço externo e gramado bem legal, churrasqueira, piscina, bar, pertinho da praia, supermercado e de um píer bem legal em Manguinhos para curtir o fim de tarde tomando cerveja.

Deck Manguinhos – Foto by Évelin Karen

Deixei minhas coisas no hostel, peguei uma van e fui caçar uma empresa para fazer o passeio de escuna. Fechei com a primeira que eu vi, embarquei e fui conhecer aquelas belas praias. Não sei por que, mas em Búzios eu estava me sentindo a Angélica em um episódio de Estrelas.

Me sentindo a Angélica preta
Foto by Évelin Karen

Neste tour passamos pela Praia do Canto, Praia da Armação, Praia dos Ossos, Praia da Azeda, Praia da Azedinha, Praia de João Fernandes, Praia de João Fernandinho, Ilha Branca, Ilha Feia, Praia da Tartaruga, Praia das Virgens e Praia dos Amores. É claro que apenas passamos na grande maioria destas praias, mas o passeio teve 3 paradas para banho (deu até pra ganhar uns “roxos” de água viva).

Centro de Búzios, trânsito de barcos – Foto by Évelin de Karen
Somewhere in Búzios – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen

Fim de passeio, hora de conhecer a famosa Rua das Pedras. Caminhadinha de leve com direito a parada para o almoço no Restaurante Farias Grill. Já tinham me falado que as coisas em Búzios são muito caras. Confesso que encontrei alguns regalos e roupas por preços camaradas, mas quando parei para almoçar e vi que a cerveja de 600 ml custava R$ 16,90 achei desaforo e acabei tomando Coca.

Rua das Pedras – Foto by Évelin Karen
Vista da Rua das Pedras – Foto by Évelin Karen
Almoço Farias Grill – Foto by Évelin Karen

Voltei pro Hostel, mas antes dei um pulo na praia de Geribá pra conhecer. Meus dias em Búzios foram bem cinzas, o que deixa a paisagem bem diferente daquelas que vemos no cartão postal. Mesmo assim curti o passeio.

Praia de Geribá – Foto by Évelin Karen

Já no meu segundo dia fiquei super em dúvida se ia para o Rio curtir a parte cultural da cidade ou continuava em Búzios com o tempo nublado, mas resolvi ficar e fazer o passeio de trolley para conhecer as praias por um outro ângulo. Antes do passeio dei mais uma volta na Rua das Pedras e tive um amoço delicinha no restaurante La Barceloneta.

Almoço La Barceloneta – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen
Brigitte, miga sua loca! – Foto by Évelin Karen
Búzios – Foto by Évelin Karen
Vista do Mirante – Foto by Évelin Karen

O lugar que mais me impressionou foi a Ponta da Lagoinha, também conhecida como o Himalaia brasileiro. Só de pensar na história daquele local eu fico viajando na imensidão de pensamentos que se encontram com o mar.

Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen
Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen
Ponta da Lagoinha – Foto by Évelin Karen

Depois de um pouco de frio e garoa terminamos o passeio. Comi um brigadeiro maravilhoso de um senhor que tinha um carrinho de doces em frente ao píer das escunas e voltei para o hostel para arrumar minhas coisas e partir na manhã seguinte.

Búzios – Foto by Évelin Karen

Na segunda de manhã, quando fui de Búzios para o Rio, até pensei em dar uma esticadinha e curtir uns dias na cidade maravilhosa (mais uma vez). O sol tinha voltado, o calor também, mas decidi que era hora de voltar a minha realidade mogiana. Agora preciso falar da minha viagem para João Pessoa, Capitólio e também já tenho um post fresquinho do Sul de Minas… qual será o próximo destino que eu dividirei com vocês, heim???

On the Road – Região dos Lagos – Day 3 – Arraial do Cabo

On the Road – Região dos Lagos – Day 3 – Arraial do Cabo

No meu planejamento mental eu iria passar 2 dias em Cabo Frio, 2 dias em Arraial do Cabo e 2 dias em Búzios, porém eu gostei tanto do Moov Hostel que decidi ficar mais um dia em Cabo Frio e apenas fazer o tour em Arraial.

Eve no Moov Hostel – Foto by Évelin Karen 

Então acordei cedo, tomei café e fui para o ponto pegar um ônibus circular até Arraial. Se você não pega trânsito consegue chegar em menos de 25 minutos (e é claro que este não foi o meu caso rs).

Chegando em Arraial – Foto by Évelin Karen

Como eu cheguei atrasada, saí toda “corredouuuura” até o píer e consegui embarcar na escuna Pelicano que me proporcionou um bom passeio, já que a estrutura atendia as expectativas. Todos os passeios que eu fiz tinha serviço de bordo com espetinhos bem gostosos, cerveja, drinks, refri… tudo bem delicinha.

Miga de viagem – Foto by Évelin Karen
Fazendo a Rose – Foto by miga da viagem

Neste passeio em Arraial conhecemos a Ilha do Farol, as Prainhas do Pontal do Atalaia, Buraco do Meteoro, Fenda de Nossa Senhora, Pedra do Gorila, Gruta Azul e, se você tiver sorte, consegue ver alguns golfinhos (eu tive esta sorte).

Eu vi golfinhos – Foto by Évelin Karen
Gruta Azul – Foto by Évelin Karen
Fenda de Nossa Senhora Arraial do Cabo – Foto by Évelin Karen

Todo mundo que vai pra Arraial fala super bem do lugar então este era o passeio que eu mais esperava fazer. Acabei sendo surpreendida por belíssimas paisagens e uma praia que realmente parecia muito com o mar do Caribe naquele tom de azul e super cristalina. Pena que a água é gelada. Se fosse mais quentinha seria o lugar perfeito.

Praia da Gruta Azul – Foto by Évelin Karen
Curtindo Arraial – Foto by Évelin Karen

Depois do passeio de escuna rolou almocinho barato e sorvete gigante (num restaurante self service e sorveteria que eu esqueci de anotar o nome=[ ). Voltei pra Cabo Frio no fim do dia super cansada. Apenas tomei banho, comi alguma coisinha e fiquei papeando até tarde no bar do hostel.

Apenas um olhar – Foto by Évelin Karen

No próximo post temos o último capítulo da minha saga na Região dos Lagos: conhecendo Búzios!

On the Road – Região dos Lagos – Day 1 and 2 – Cabo Frio

On the Road – Região dos Lagos – Day 1 and 2 – Cabo Frio

Depois de um longo hiato de mais de mais de cinco meses sem post estou de volta #todascomemora

Tenho outras viagens para postar, mas quero falar sobre meu último passeio que ainda está super fresco na memória: Região dos Lagos no Rio de Janeiro (sim, fui pro Rio de novo… rs). Desta vez visitei Cabo Frio, Arraial do Cabo e Búzios. Lugares maravilhosos que rendem fotos incríveis e ótimas recordações.

Arraial do Cabo – Foto by Évelin Karen

Transporte: fui de ônibus, saindo de Mogi. Como saí sem data para voltar e sem pressa, peguei o Viação Sampaio que sai às 11:50 e passa nas rodoviárias de São José dos Campos, Taubaté e Barra Mansa para pegar mais passageiros. Na primeira parada, São José dos Campos, um homem muito inteligente desceu para lanchar (isso porque o motorista avisou que era uma parada rápida apenas para embarque).

Nem preciso dizer que o motorista esqueceu este indivíduo na rodoviária e só foi “lembrar” quando o celular de um dos funcionários da empresa que viajava no ônibus tocou com um funcionário da rodoviária avisando sobre o passageiro perdido. Resultado: já estávamos na estrada há mais de 10 minutos e tivemos que voltar para buscar a criatura. É claro que isso implicou em atraso na minha programação, mas eu resolvi não me estressar. Liguei meu Spotify Premium (que eu tinha assinado de graça por uma semana), coloquei nos hits dos anos 80 e 90 e tentei me desligar do mundo.

Algum lugar entre Rio e São Paulo Foto by Évelin Karen

Cheguei na cidade maravilhosa às 18:50 e consegui embarcar no ônibus para Cabo Frio das 19:06. Viação 1001, Wifi no bus, achei luxo (e meio caro… R$ 70,00 em uma viagem de pouco mais de 2 horas). Cheguei na rodoviária de Cabo Frio e peguei um Uber para o hostel que ficava super perto. Neste primeiro dia só fiz meu check in, vi qual passeio faria no dia seguinte e tomei uma cerveja de boas vindas.

Cervejando – Foto by Évelin Karen

Aliás, precisamos falar sobre o Moov! Que dizer deste hostel que eu mal conheço e já considero pacas???? A dona, Marcelle, lacrou abrindo este albergue: super bem localizado, limpo, café da manhã delicinha, instalações novíssimas, bem decorado, aconchegante, várias dicas de passeio, pertinho da Praia das Dunas, de supermercado, ponto de ônibus. Fiz uma ótima escolha me hospedando no Moov Hostel e super recomendo para quem decidir visitar Cabo Frio.

Cervejando no Moov Hostel – Foto by Évelin Karen
Bem Vindo! Moov Hostel – Foto by Évelin Karen

No meu segundo dia de passeio acordei cedo, tomei meu café delicinha e fui conhecer a Praia das Dunas que fica pertinho do hostel. Fiz algumas fotos, admirei o lugar e molhei os pés para confirmar se a água era gelada como falavam. Sim, a água é bemmm gelada e o lugar é lindíssimo. Amei, amei!

Eve na Praia das Dunas – Foto by Évelin Karen
Praia das Dunas – Foto by Évelin Karen

Continuei caminhando pela praia, depois liguei meu Google Maps e fui até o Boulevard Canal onde embarquei na escuna para fazer o passeio pelas praias de Cabo Frio. Fiz o passeio pela empresa Índio Tour (paguei R$ 35,00 e já tinha reservado no hostel). Neste tour passamos pelo Canal do Itajuru, Condomínio da Moringa, a famosa Ilha do Japonês, Forte de São Matheus, Praia do Forte, Farol da Lajinha, Praia Brava e Ilha dos Papagaios. Paramos nesta última ilha e em mais outro lugar para banho. Enfrentei a água gelada e curti um pouco do delicioso e gelado mar carioca.

Museu de Arte Religiosa e Tradicional – Foto by Évelin Karen
Eve e o mar em Cabo Frio – Foto by Évelin Karen

Cabo Frio – Foto by Évelin Karen

Terminando o passeio resolvi visitar a famosa Rua dos Biquínis de Cabo Frio. Tem muita coisa com preços razoáveis, mas só comprei um frufru de cabelo rs

Voltei para o Canal e almocei no restaurante Ratata. Comidinha gostosa e preço justo.

Rua dos Biquínis – Foto by Évelin Karen
Comidinha delícia do restaurante Ratata – Foto by Évelin Karen

Liguei o Gps de novo e voltei caminhando para o Hostel. Passei no super, comprei suprimentos, tomei um banho e à noite fiquei de buenas no hostel curtindo a noite das empanadas colombianas e tomando uma boa cerveja gelada. Estas empanadas são muito gostosas, principalmente com estes molhinhos cítrico e picante.

Noche de las empanadas colombianas – Foto by Évelin Karen

No próximo post conto para vocês sobre o meu Day 3 onde conheci Arraial do Cabo, o Caribe brasileiro.

On the road – Bahia Parte 3 – Ilha dos Frades e Ilha de Itaparica

Depois de fazer o City Tour e conhecer as famosas Praia do Forte e de Guarajuba chegava o dia de fazer nosso último tour: o passeio das ilhas. Fomos para o porto, embarcamos na escuna e partimos para conhecer a Ilha dos Frades e a Ilha de Itaparica. Na embarcação ganhamos frutas de cortesia, curtimos muito axé e minha mãe até foi pra roda dançar com o pessoal.

Tchau Salvador, partiu Ilhas – Foto by Évelin Karen 
Axé na escuna – Foto by Évelin Karen

Nossa primeira parada foi na Ilha dos Frades. As pessoas que curtem caminhar foram conhecer a Igreja, já quem curte dar uns “tchi buns” tomou um bom banho de mar e quem curte uns “bons drink” bebeu uma cervejinha gelada embaixo do guarda sol (eu só não fui na Igreja, de resto topei tudo… rs).

Chegando na Ilha dos Frades – Foto by Évelin Karen
Curtindo o passeio de escuna – Foto by Évelin Karen

Voltamos para a escuna e seguimos para a Ilha de Itaparica. Ali foi nossa parada para almoço com direito a vários pratos típicos, sobremesas e sonequinha na rede.

Chegando em Itaparica – Foto by Évelin Karen

Depois de comer e se divertir foi hora de voltar para Salvador. Vimos o pôr do sol em alto mar e chegamos na cidade no comecinho da noite.

Fim de tarde na Bahia – Foto by Évelin Karen
Boa noite Salvador – Foto by Évelin Karen

E assim terminou mais uma viagem deliciosa que eu fiz com os meus pais. Sei que preciso voltar para a Bahia para conhecer Morro de São Paulo, pois muita gente já me indicou este lugar maravilhoso.

No meu próximo post eu conto para vocês como foi minha viagem sozinha para Boiçucanga, no litoral norte de São Paulo.

On the road – As aventuras de Eve nas Olimpíadas Rio 2016

Interrompemos nossa programação normal para publicar este post quente e urgente sobre o Rio de Janeiro que, obviamente, continua lindo!

Olimpíadas rolando a todo vapor no Brasil e é claro que eu tinha que sentir isso mais de perto. Semana passada foi dia de acompanhar as meninas do futebol feminino na Arena Corinthians. O Canadá ganhou da França de 1 x 0, eu adorei o clima da torcida e me apaixonei pelo estádio do Corinthians. Preciso voltar muitas outras vezes.

Arena Corinthians SP, França x Canadá – Foto by Évelin Karen
Eve and her brother, Corinthians Stadium – Foto by Évelin Karen

Acompanhei os jogos doo futebol desde o início. Depois foi hora de ver a cerimônia de abertura e aquilo tudo me encantou tanto que eu decidi: eu preciso passar um dia no Rio para sentir toda esta vibe Olímpica. Então, no dia 15 de agosto embarquei na rodoviária do Tietê com uma amiga e às 07:00 já estávamos no Rio.

Vista do Cristo de Botafogo RJ – Foto by Évelin Karen

Deixamos nossas coisas na casa de um abençoado amigo dela, colocamos roupa de praia e começamos nossa saga. Saindo de Botafogo, misteriosamente, ganhamos uma carona de ônibus de um motorista que estava muito feliz e de bem com a vida. Dava pra ver que o clima daquele lugar estava diferente e ainda melhor (quem me conhece sabe que eu sempre gostei do Rio). Cada lugar com traços Olímpicos rendia fotos.

Passamos o dia inteiro caminhando. Em Botafogo passamos em frente à Casa da Áustria, mas como o tempo era curto nem entramos. Continuamos a caminhada e chegamos em Copacabana onde encontramos muitos turistas, jornalistas, voluntários… gente de diversos lugares do mundo. Aquele momento em que você pensa “estou no exterior ou no Rio?”. Sim, o Rio sempre recebe uma grande quantidade de turistas, mas não se compara com a galera que eu vi ontem.

Turistando no RJ – Foto by Évelin Karen

Passamos pela famosa Arena onde rolam as disputas do vôlei de praia… só de ver de perto a gente já fica feliz. Ali fomos abordadas por alguns gringos querendo vender ingressos para o jogo de basquete do Brasil, mas não quisemos. Sentamos para a primeira cerveja do dia e ficamos bem ao lado do local da prova da Maratona Aquática feminina, onde a brasileira ganhou medalha de bronze. Em Copa vimos os crushs mais tops do rolê. Pena que ali a cerveja é mais cara e não rola uns telões para assistir aos jogos, caso contrário poderíamos ter passado o dia inteiro lá.

 Arena de Vôlei de Praia em Copacabana RJ – Foto by Évelin Karen
Eve nos Arcos Olímpicos de Copacabana RJ – Foto by Évelin Karen

Continuamos nossa caminhada e paramos em Ipanema. Lá curtimos sol e praia de buenas na canga. Experimentei a tal esfiha que vendem na praia (e vem com gordurinha… não curti muito não, mas na hora da fome era o que tinha em oferta).

Eve from Ipanema – Foto by Mah
Cada detalhe olímpico é um flash – Foto by Mah

Caminhamos mais um pouco e embarcamos no metrô para o centro. Hora de ver a famosa Pira Olímpica, em frente à Igreja da Candelária. Na TV ela parece linda e grande. Ao vivo e a cores ela é bem menor e chega a decepcionar um pouquinho.

Pira Olímpica/ Catedral da Candelária RJ – Foto by Évelin Karen

Gastamos mais sola de chinelo caminhando pelo Boulevard Olímpico. Na sua extensão encontramos muita, muita gente, artes, grafite, palcos com DJ’s, telões, food trucky e até a Casa do Brasil (com uma fila gigantesca). Uma infinidades de coisas para fazer e conhecer. Acompanhamos o pôr do sol do lado de fora do Museu do amanhã, local que garante fotos lindas!

Selfie no Boulevard Olímpico Foto by Évelin Karen
Museu do Amanhã RJ – Foto by Évelin Karen
Pôr do sol no Museu no Amanhã RJ – Foto by Évelin Karen
Vista do Boulevard Olímpico  RJ – Foto by Évelin Karen 

Voltamos para o nosso ponto de apoio, tomei um banho e fui para rodoviária. Por sorte consegui comprar minha passagem de volta direto pra Mogi. Jantei, embarquei 22:40 (no mesmo dia 15 de agosto) e dormi a viagem inteira, assim como a grande maioria dos passageiros que também estavam voltando do Rio com o sonho olímpico realizado.

Conclusão: se você quer muito saber como é o clima de Olimpíadas e tem pelo menos R$ 300,00, pegue um ônibus e vá. Se você conhece pessoas que têm carro e também estão afim, o passeio sairá bem mais barato. Com este valor você paga transporte, alimentação e se não rolar muitos bons drinks dá pra pagar até um ingresso (dos mais baratos) para assistir alguma das competições. É loucura fazer isso? Talvez! Porém é uma oportunidade única e uma sensação maravilhosa  fazer parte de um evento tão grandioso quanto este. Trabalha durante a semana? Embarque na madrugada de sexta para sábado, mas VÁ!!!!! Eu super recomendo!

E no próximo post voltamos à programação normal: Bahia e os encantos da Ilha de Itaparica e Ilha dos Frades.