Bem vindos ao Eve from Mogi!

Chegou a hora de apresentar para vocês o meu novo eu: o Salada de Abobrinhas (blog), evezoca (Intagram), eveturisteira (Facebook) e até mesmo evelinthegirl (Twitter) viraram um nome só: Eve from Mogi!

Mas por que Eve From Mogi?

Acredito que quando pensamos em um nome precisamos criar algo que reflita um pouco sobre nossa personalidade ou quem somos, não é mesmo?

Quem me conhece sabe que eu amo minha cidade: Mogi, a terra do caqui, que apelidei carinhosamente de alpes mogianos. Amo viajar, mas amo mais ainda saber que sempre terei para onde voltar!

Então depois de muito matutar percebi que esta deve ser a minha identidade online.

E o que esperar deste blog?

No Eve from Mogi eu quero compartilhar tanto as minhas viagens, como experiências, paisagens, pessoas, histórias, destinos e as viagens que faço lendo um livro, assistindo um filme, conversando entre amigos… tudo aquilo que eu considero relevante, pois não quero me prender a um padrão.

E quem é a Eve?

Eu sou apenas uma rapariga latina americana, sem dinheiro no banco! Brincadeiras a parte eu amo escrever, viajar, conhecer novas pessoas, novos lugares e vivenciar novas experiências.

Então forma-se a equação:

Minhas viagens + vontade de escrever + desejo de compartilhar minhas aventuras com o mundo = meus canais de conteúdo!

Canais de conteúdo? Quais?

Atualmente o foco está em textos no blog, stories e posts no Instagram.

Também estou planejando e preparando uma série para o Youtube, pois nos próximos meses terei muito material para compartilhar com vocês. Fiquem de olho e me aguardem!

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O fim de uma era

E depois de 6 anos, eis que finalizo as atividades do meu Blog Salada de Abobrinhas.

Em janeiro de 2008 resolvi começar a transformar em textos alguns dos pensamentos que martelavam na minha cabeça.

Já em 2013 mudei a proposta do blog para focar em viagens, turismo e lazer.

Foi bom enquanto durou, mas… as coisas mudam e eu também precisei mudar: de endereço, de nome, de formato…

Ficou curioso? Em breve tem novidade no ar!

Por hora fica aqui meu agradecimento: muito obrigada Salada de Abobrinhas por deixar eu me expressar sem medo de ser feliz!

On the road – Socorro SP

On the road – Socorro SP

Depois de semanas conturbadas conseguimos respirar um pouco e passar um fim de semana com a família em Socorro – SP. O foco da viagem era descansar, fazer compras em Monte Sião, tomar um famoso chopp cortesia e curtir o famoso pôr do sol da cidade.

Socorro SP – Foto by Évelin Karen

Nos hospedamos na Pousada Igarapé que eu super recomendo. Além de ser bem localizada, ela oferece ótimo café da manhã (com direito a torta de frios e coxinha), piscina, quartos espaçosos e bem decorados.

Pousada Igarapé – Socorro SP – Foto by Évelin Karen
Pousada Igarapé – Socorro SP – Foto by Évelin Karen

Chegamos a noite, dormimos e no outro dia fomos para Monte Sião. Na cidade das malhas, que fica há uma hora de Socorro, existe muitas opções de lojas e produtos. As roupas são vendidas por um preço bem bom e são de boa qualidade.

Chocay com o nome da calça – Monte Sião – Foto by Évelin Karen

Almoçamos no restaurante Tempero Mineiro. A comida era simples, mas estava bem gostosa. Quem almoça tem direito a sobremesa de brinde (uma espécie de manjar que vem em copos de café).

Nosso jantar foi no Restaurante Lubeck. Ali fizemos muitas gordices: comemos bolinho de feijoada, cebola australiana, isca de frango e de quebra tomamos o chopp de cortesia da pousada.

No domingo foi dia de assistir a Missa da Matriz de Socorro. Um pouquinho mais tarde fizemos check out e fechamos o passeio visitando o Mirante do Cristo onde tivemos a oportunidade de conferir uma bela vista da cidade.

Igreja Matriz – Socorro SP – Foto by Évelin Karen
Mirante do Cristo – Socorro SP – Foto by Évelin Karen

Esta family trip rolou em julho de 2016, mas só agora resolvi compartilhar com vocês. Socorro é tão pertinho de Mogi das Cruzes e de São Paulo, tem tantas opções de passeios, esportes radicais, bons restaurantes… e este achado chamado Pousada Igarapé que torna nossa estadia ainda mais confortável e gostosa!

Avianca cancelou meu voo, e agora? Meu dramalhão peruano!

Quem aí já teve algum problema com cia aérea? Espero que a maioria pense “eu não”, pois eu? Sim! Graças a Avianca que cancelou o meu voo e só esqueceu de me avisar!

Sobrevoando São Paulo – Foto by Évelin Karen

Eu sempre tive curiosidade de conhecer o serviço da Avianca, mas confesso que minha primeira experiência não foi das melhores. Senta que lá vem textão com várias reclamações (sim, eu sei que gente que só reclama é um saco, mas quero apenas compartilhar o que aconteceu e quem sabe talvez ajudar alguém com meu relato).

Meu voo de ida São Paulo – Lima estava previsto para sair às 05:55, mas atrasou mais de 2 horas (uma passageira passou mal no taxiamento da aeronave, os comissários demoraram para constatar que o problema era grave e precisaria de um médico e no final das contas a passageira teve que desembarcar, os funcionários tiveram que localizar a bagagem, etc). Fato é que eu deveria desembarcar em Lima às 08:50, porém só cheguei próximo ao meio dia (o que acarretou prejuízos na hora de realizar meu câmbio, assim como me fez perder o passeio que realizaria neste dia).

Alguns dias depois peguei outro voo Avianca de Lima para Cusco e tudo foi bem tranquilo, mas… o pior estava por vir.

Meu voo de volta Cusco – Lima, que seria as 18:02 foi cancelado e não fui informada. Aparecia um voo que sairia 4 horas mais cedo (14:05) mas não consegui realizar o check in pelo app, pois mostrava a mensagem que eu deveria entrar em contato com o call center. Como estava sem chip do Peru, cancelei meus passeios e fui direto para o aeroporto. Expliquei para o funcionário que não conseguia fazer o check in pelo app e que estava aparecendo pra mim um voo as 14:05. O funcionário foi extremamente grosso, disse que eu deveria ter embarcado no voo das 11:30 que tinha acabado de sair (e que em nenhum momento me informaram). Então ele decidiu me colocar no voo das 19:02. Preocupada (pois já tinha enfrentado atraso na vinda) pedi para que ele me colocasse no voo das 14:05, pois tinha medo de perder minha conexão. Mais uma vez o funcionário foi grosso e disse que estava me mudando para um voo com “apenas” 1 hora de diferença do voo original, que o voo das 14:05 estava cheio e ainda foi irônico “eu não entendo por que você já está aqui no aeroporto, já que seu voo era só as 18:00”. Peguei meus bilhetes, esperei uns minutos e fui no outro guichê falar com a outra atendente. Expliquei pra ela a minha situação e a minha preocupação em perder minha conexão. Pedi para ela se eu poderia ficar em alguma lista de espera do voo das 14:05, mas a funcionária não demonstrou nem um pouco de empatia, falou que o voo estava lotado e já tinha sido encerrado (detalhe, o relógio ainda nem marcava 13:00 e ela nem olhou em nenhum lugar para checar a informação).

Fiquei no aeroporto desde as 11:50 e quando chegou 19:02 (horário em que o avião deveria decolar) o embarque ainda não tinha nem começado. Então fui ao balcão para saber o que estava acontecendo. Mais uma vez fui muito mal atendida por uma funcionária da Avianca que foi grossa, deselegante e irônica. Disse que o avião estava com um problema mecânico, que estavam consertando e que o voo iria atrasar 30 minutos. Falei pra ela que estava preocupada com o horário da minha conexão. Ela pegou minha passagem Lima – São Paulo (horário das 22:00) e disse “o trecho Cusco – Lima é feito em 43 minutos (mentira, já que demora 1 hora). Saindo daqui as 19:30 você estará as 20:30 em Lima, ou seja, em 1:30 você terá tempo de sobra pra fazer a sua conexão”. Então perguntei “Ah é? Você promete?” e ela respondeu “prometer eu não prometo, mas é óbvio que dará tempo”.

Já fazia mais de 7 horas que eu estava no aeroporto. Estava sem almoço, sem água (pois no aeroporto não tem nem bebedouro) e sem dinheiro (pois achei que ia embora e tinha gastado meus últimos soles). Fato é que o voo só decolou próximo das 21:30 e só chegamos em Lima próximo das 22:30. Ao sair da aeronave uma funcionária da Avianca falou que todas as pessoas com conexão deveriam retirar as malas na esteira e embarcar na van que nos levaria para o hotel, pois nosso voo seria apenas no dia seguinte as 22:00. Neste momento eu fiquei D-E-S-E-S-P-E-R-A-D-A e fui pedir ajuda para vários funcionários da Avianca, pois eu não estava ali devido um atraso de 2 horas… eu estava ali devido uma série de erros da Avianca: cancelaram meu voo e não me avisaram; me ofertaram um novo voo, mas não tinha assento disponível; me colocaram num voo mais tarde e em nenhum momento demonstraram preocupação em eu perder minha conexão (e os problemas que isso poderia me ocasionar), não me deram nem um suporte ou ao menos um copo de água.

Perguntei para vários funcionários o que poderia ser feito, mas um jogava o problema para o outro. A Avianca faz parte da rede Star Alliance, logo pensei que fosse mais fácil me encaixar num voo de outra cia aérea desta rede (a LATAM tinha um voo para São Paulo às 00:40), mas os funcionários só sabiam dizer que todos os voos estavam lotados. A situação só mudou quando perguntei para funcionária “vocês querem que eu fique aqui mais um dia, mas como farei com a minha medicação? Trouxe meus remédios contados”. Só assim, depois de muito implorar e nitidamente começar a passar mal que decidiram fazer algo. A funcionária contatou algum superior e me informou que estavam tentando me embarcar no voo Latam das 09:15 da manhã seguinte, mas pediu sigilo (pois só tinha uma vaga). Graças a Deus e a uma funcionária que percebeu a gravidade da situação eu consegui embarcar neste voo e tomar meus medicamentos chegando no Brasil. Resumo da ópera: prejuízo no primeiro dia de viagem, prejuízo no último dia de viagem (perdi todos os meus passeios programados, perdi horas fazendo vários nadas no aeroporto aguardando meu voo, passei por stress e constrangimento graças ao péssimo atendimento de alguns funcionários Avianca, sendo que isso que acaba com a tranquilidade e felicidade das férias de qualquer pessoa) e ainda tive que cancelar meus compromissos do dia que eu estaria de volta no Brasil (isso porque no dia seguinte eu já embarcaria pra Recife).

Chegando no Brasil vocês acham que eu fiquei xingando muito no Twitter? Capaz! Entrei no site da Avianca e fiz uma reclamação formal. Aproveitei e coloquei no Reclame Aqui também e em questão de dias um funcionário Avianca entrou em contato comigo lamentando tudo o que eu tinha passado. Finalmente estava tendo algum retorno digno. No final das contas eles me deram um voucher de 180 dólares (que só poderia ser usado em voos Avianca internacionais). Acabei não usando este “agrado”, mas fiquei satisfeita porque eles se importaram comigo e quiseram contornar a situação de alguma forma.

Resolvi compartilhar esta história porque não basta apenas reclamar, é necessário reclamar nos canais certos. Não adianta nada espalhar para os amigos e nas redes sociais que você não gostou de um serviço ou produto sem antes contatar a empresa responsável. Vá direto a fonte, tente resolver e se não conseguir busque seus direitos e compartilhe com todos os contatos para que eles não passem pelo mesmo. #ficaadica

Virada Cultural 2019

Quem me conhece sabe que eu sou a louca da Virada Cultural de SP e é claro que em 2019 tive que marcar presença. Acordei cedo e antes das 11 saí dos alpes mogianos com destino ao centro de Sampa.

Partiu Virada? Foto by Évelin Karen

Desci na estação República e já fui direto pra Av. São João onde estava o palco MPB/ Samba. Foi ali que rolou meu primeiro show do dia: O Grande Encontro. Curti bastante, mas confesso que achei o som bem baixo (o que atrapalhou um pouquinho).

O Grande Encontro – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Depois que eles tocaram Chão de Giz saí da muvuca porque pretendia ir pro palco da Anitta, mas encontrei as migas de Mogi e acabei abortando a missão. No final das contas assisti todo o show do Grande Encontro e até que foi bem gostoso.

Nosso Grande Encontro – Foto by Alex

Pós Grande Encontro foi hora de encontrar minha irmã carioca mais querida do oeste no cruzamento mais famoso da cidade (que rende aquela foto blogueirinha). Mas antes disso pude conferir Hallelujah no “Ópera da Sacada”… Coisa mais linda!

Ópera na Sacada – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen
Miga, sua loca – Foto by Évelin Karen

Começou a chover, mas decidimos ir pro show da Pitty. Não sei se foi o lugar que estávamos, mas achei meio muvucado e numa vibe pesada. Depois de três músicas acabamos abortando a missão.

Pitty – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Hora de ir embora? Capaz! Decidimos voltar pro palco MPB/ Samba e curtir o show da Maria Rita. Que ótima escolha! O show foi maravilhoso, muito sambinha típico do RJ que goxxxto tanto.

Maria Rita – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

Carol nos abandonou pós Maria Rita, então apresentei pra Lari o pico do rolê (na minha opinião): show do É o Tchan (terceiro ano consecutivo na Virada Cultural). Desta vez rolou participação especial do Reinaldo do Terra Samba e a presença da ilustre Sheila Melo.

É o Tchan – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

A noite já começava a cair e ainda tivemos tempo de pegar o Cortejo passando trazendo um pouco da arte dos meus patrícios africanos.

E o que dizer das luzes que colorem o centro paulistano? É ou não é de encher os olhos?

Theatro Municipal São Paulo – Foto by Évelin Karen
Shopping Light – Foto by Évelin Karen

Pra finalizar conferimos o show do Afrocidade na Praça Patriarca. Pense numa galera com uma energia P-O-R-R-E-T-A. O povo dança muito e é impossível assistir ao show parado.

Afrocidade – Virada Cultural 2019 – Foto by Évelin Karen

No final das contas posso dizer que pude curtir mais um ano de Virada Cultural com sucesso: sem brigas, sem furtos, sem perrengues… Cheia de alegria, boas cias e muitos bons shows!

Nota: Quer saber como foi a minha Virada nos anos anteriores? Então confira a de 2014, 2015 e 2017.

On the Road – Peru – Day 11 e 12 – Cusco

On the Road – Peru – Day 11 e 12 – Cusco

Após 10 dias no Peru minha viagem chegava na reta final e minhas energias já estavam nas últimas também. Depois daquele tour maluco por Machu Picchu ainda encontrei forças para conhecer um pouquinho dos encantos de Cusco.

Cusco – Peru – Foto by Ambulante

No final da manhã saí sem destino pelas ruas da cidade admirando aquela arquitetura linda. Pude entrar nas lojinhas (e comprar vários nadas), almoçar num restaurante local (pagando menos de 8 soles e com direito a entrada e bebida inclusa), tomei uma Cusqueña enquanto comia um bolo delicinha de sobremesa e via os turistas passando… tudo com muita tranquilidade e apenas aproveitando o momento.

Pelas ruas de Cusco – Peru – Foto by Évelin Karen
Arquitetura Cusqueña – Foto by Évelin Karen
Por las calles de Cusco – Foto by Évelin Karen
Pastel y Cusqueña – Foto by Évelin Karen

Por volta das 13:30 fui para a Plaza de Armas onde encontrei o Humberto, o guia queridinho de muitos brasileiros. Então ele me levou até meu grupo que estava no Convento de Santo Domingo, nossa primeira parada.

Iglesia de la Compañia de Jesús y Museo de Historia Natural – Foto by Évelin Karen
Convento de Santo Domingo – Foto by Évelin Karen

O Convento de Santo Domingo também é conhecido como Qoriqancha (ou Templo do Sol), pois a construção foi levantada em cima das paredes de um templo inca. Super vale o passeio pelas histórias e explicações, pois tudo era tão friamente calculado e pensado… parece que o povo inca não construía nada ao acaso.

Convento de Santo Domingo en Cusco – Foto by Évelin Karen
Um pouco das paredes do Convento de Santo Domingo – Foto by Évelin Karen

Depois do Convento partimos para Q’enqo. Dizem que neste lugar eram realizados diversos sacrifícios (e até passamos por uma câmara subterrânea onde, diz a lenda, que o povo inca usava para embalsamar corpos). Pesado, né?

Um pouquinho (bem pouco) de Q’enqo – Foto by Évelin Karen

A próxima parada foi Sacsayhuaman que impressiona pela quantidade de pedras enormes que foram muito bem encaixadas umas nas outras. Ali também avistamos a estátua do Cristo Branco e “curtimos” aquela brisa gelada da tarde.

Sacsayhuaman Peru – Foto by Évelin Karen
Sacsayhuaman Peru – Foto by Évelin Karen
Cristo Blanco Peru – Foto by Évelin Karen

Passamos bem rapidamente por Tambomachay. Ali o cansaço começou a tomar conta do corpo.

Tambomachay Peru – Foto by Évelin Karen
Tambomachay Peru – Foto by Évelin Karen

Pukapukara foi nossa penúltima parada que deve ter durado uns cinco minutinhos, pois a noite já estava caindo.

Pukapukara Peru – Foto by Évelin Karen
Turistando em Pukapukara Peru – Foto by Guia
Pukapukara Peru – Foto by Évelin Karen

Por último rolou mais uma parada pra compras (desta vez me rendi e comprei um cachecol de lã de alpaca). E lá se foi meu último dia de tour.

Imprevistos a parte, preciso dizer pra vocês que esta viagem para o Peru foi simplesmente incrível, não só pelos lugares lindos que visitei, mas também pelas pessoas queridas que conheci (aliás, alguns já tive até o prazer de reencontrar). Além disso, pude me conectar comigo mesma de uma forma que nunca tinha acontecido em nenhuma outra viagem e o resultado disso vocês verão muito em breve.

Se você tem tempo, dinheiro e vontade de conhecer o Peru te digo apenas uma coisa: apenas vá e se surpreenda com este país encantador.

I Encontro Brasileiro de Mulheres Viajantes: Saiba como foi este evento!

I Encontro Brasileiro de Mulheres Viajantes: Saiba como foi este evento!

A primeira edição do I Encontro Brasileiro de Mulheres Viajantes aconteceu no dia 27 de abril de 2019 no Hotel Leques, São Paulo. Pude participar do primeiro dia deste evento onde ouvi histórias de vida incríveis e inspiradoras. Ali, todas as pessoas, palestrantes e público, partilhavam da mesma paixão: a viagem!

Quem foi?

Na platéia um público bem variado: mulheres de todas as idades e estilos. O evento era indicado tanto para aquelas que amam viajar e já se consideram experts do assunto, quanto as que gostariam de viajar, mas ainda sentem medo e precisam de um pouco mais de motivação. Aliás, participar deste evento é uma ótima oportunidade de fazer amizades e, quem sabe, já até conseguir companhia para as próximas aventuras.

Como foi?

As palestras deste primeiro dia trataram sobre diversos temas: inclusão, assédio, motivação, dicas para baratear uma viagem, como rentabilizar e tornar este hobby uma profissão rentável, dentre outros assuntos. Alguns questionamentos também ganharam destaque. A viagem é uma fuga ou solução? A cada história uma reflexão. Poder ouvir todos aqueles depoimentos foi uma injeção de ânimo para conhecer cada vez mais este mundão.

Uma viagem nas histórias da vida

Um dos relatos que mais me tocou foi desta mulher linda da foto deste post. Ela é a Prudence, uma refugiada que conseguiu fugir da República Democrática do Congo e encontrou asilo aqui no Brasil. Esta mulher já viu cada cena horrorosa na vida, mas não fica por aí se lamentando. Pelo contrário, estampa um belo sorriso no rosto e dá o seu melhor, da maneira que pode, para tentar ajudar muitas outras pessoas que vivem numa realidade miserável e sem perspectiva. Fala um português com sotaque francês impecável e nos deixa vidrados com seu entusiasmo.

Logo no início do evento a Gil, organizadora do evento, falou a seguinte frase: “ganhar asas não significa perder as raízes”. No caso da Prudence ela pode até trazer as raízes dentro dela mantendo alguns costumes da sua cultura, porém o fato de ser refugiada não permite que ela volte a sua terra natal para se reconectar com a família, amigos e as raízes de onde um dia teve que partir. Já pensaram o quão difícil deve ser isso?

Vale a pena?

Eu adorei a experiência de participar deste evento. Foi um dia tão especial e transformador que só tenho a agradecer e muito a GirlsGo – Viagens e Descobertas pela iniciativa de fazer um evento tão fodaralho que recarregou ainda mais a minha bateria da motivação para embarcar no Meu Sabático de 100 dias. Se você também é apaixonada por viagens não deixe de conferir a edição 2020!

Conte pra mim: você já foi em algum evento de viagens? Tem curiosidade de participar de um?

On the Road – Peru – Day 9 e 10 – Águas Calientes – Machu Picchu

Machu Picchu é uma das sete maravilhas do mundo e o destino dos sonhos de muita gente, não é mesmo? Confesso que não estava no topo da minha listinha, mas como escolhi conhecer o Peru não tinha como não dar uma passadinha.

Machu Picchu – Foto by Guia

Fechei meu tour com a “Marcelo Turismo”, uma agência que fica na Plaza de Armas, e não recomendo nem para meu pior inimigo. Super desorganizado o passeio: do início ao final. Estava incluso: traslado Cusco – Hidrelétrica, almoço ida, 1 diária em quarto compartilhado em hostel em Águas Calientes, jantar, café da manhã, ingresso Machu Picchu (período da tarde) e traslado de volta Hidrelétrica – Cusco. Paguei 325 soles.

Avisaram que a saída seria as 07:00 na frente da agência. 07:15 chegou um cidadão que me levou para uma outra praça e foi buscar mais turistas. No final das contas saímos de Cusco depois das 08:30.

Paramos por alguns minutinhos em Ollantaytambo para tomar café (no meu caso foi um Coca gelada pra curar a ressaca da noitada no Loki). Voltamos pro carro e dali pra frente a estrada nos presenteou com paisagens de tirar o fôlego: seja as montanhas nevadas ou os famosos precipícios que víamos aflitos da janela do carro. Na minha opinião, muitos motoristas que fazem estes tours dirigem como uns loucos (e é claro que tanto o motorista da ida quanto o da volta faziam parte deste grupo). Ele correm sem medo de curvas, neblina, neve ou chuva. Emoção do início ao fim (ou seria medo?).

Machu Picchu – Foto by Guia

Chegamos na hidrelétrica próximo das 14:00. Ali almocei (buffet simples, mas comidinha bem gostosa e inclusa no meu pacote), usei o banheiro (pago… acho que 1 sole), arrumei minha mochila e me preparei pra encarar a tal trilha.


Machu Picchu: Tô chegando – Foto by Évelin Karen

Perto das 15:30 iniciei o trajeto junto com o bonde dos brasileiros (incluindo aqueles 7 que eu falei que estavam no meu quarto do Pariwana) e duas turcas. Em questão de minutos me distanciei do pelotão porque eu queria viver a experiência daquela trilha e curtir cada minuto: os sons dos pássaros e cachoeiras, aquele cheiro de natureza quase intocada. Sei que o que vou dizer agora vai parecer maluquice pra muitos, mas pra mim esta foi a melhor parte do passeio. Toda vez que eu paro pra lembrar desta trilha sou tomada por um sentimento maravilhoso que enche meu peito de alegria e paz. Ali pude pensar em tudo e ao mesmo tempo em nada. Ali senti muita gratidão pela minha vida, minha coragem, por aquela paisagem linda que Deus nos deu, por cada canto de pássaro, por cada “hi” acompanhado de sorrisos de turistas que cruzei pelo caminho. É impossível descrever em palavras o que eu senti, mas esta trilha foi um dos pontos altos da minha visita ao Peru. Se você gosta de andar e de curtir a natureza eu super recomendo!

Caminhando e admirando as montanhas do Peru – Foto by Évelin Karen
Surpresas da trilha – Foto by Évelin Karen

Foram pouco mais de duas horas caminhando beirando a linha do trem. Já era fim de tarde quando eu avistei a plaquinha de Machu Picchu e, é claro, fui tirar fotos e fazer a turisteira.

Machu Picchu, chegay! – Foto by Turista Solidário

Chegando em Águas Calientes subi a calle principal procurando o meu hostel. Gravem este nome Pirwa Hostel: o pior que já fiquei em toda a minha vida. Banheiro mofado, com goteira, banho quente apenas no primeiro dia, quarto sem janelas, apenas 1 tomada… lugar horroroso.

Águas Calientes – Foto by Évelin Karen

Águas Calientes – Foto by Évelin Karen

Mas temos um ponto positivo do tour: as comidas: almoço e jantar inclusos eram bem saborosos e o café da manhã foi simples mas gostoso.

Fui dormir cedo e no dia seguinte, perto das 09:00, eu já estava no onibusinho a caminho de Machu Picchu. Esta foi a melhor decisão que eu tomei neste tour, pois desci a pé e vi que subir aquelas dezenas de degraus era bemmmm tenso. Paguei 12 dólares.

Segundo meu ingresso o tour começaria às 12:00, porém o guia pediu pra gente chegar até às 10:00, pois era possível entrar mais cedo (acabamos entrando às 11:00). A grande maioria das pessoas que fazem o tour a tarde descobrem esta informação, então a entrada fica super muvucada (tipo metrô da Sé em horário de pico). Depois que você passa a catraca é preciso achar o guia e esperar o restante do grupo. Acho que é mais proveitoso fechar este passeio por conta e contratar o serviço de um guia privado. Não é difícil de encontrar, já que vários deles ficam na entrada oferecendo os serviços.



Entrada de Machu Picchu = Mar de Gente – Foto by Évelin Karen

A caminhada por Machu Picchu é super tranquila (em termos de esforço físico) e bem conturbada (devido a grande quantidade de turistas). É preciso paciência e tempo para tirar a foto perfeita. No dia que eu visitei peguei um tempo super estranho: estava bem abafado, chovia, fazia sol… Coloca a capa e sente calor, tira a capa e começa a chover rs

Plena em Machu Picchu – Foto by Guia
Modelando com meu look mara do dia – Foto by Turista Francês

Em menos de duas horas percorremos o trajeto do parque com o nosso guia. Graças a Deus a  chuva parou um pouco e conseguimos aproveitar bastante. Tivemos várias paradas pra foto, ouvimos várias histórias e sentimos um pouquinho daquele lugar tão rico e importante para o povo Inca.

Aquela foto clássica – Foto by Évelin Karen
Machu Picchu – Foto by Évelin Karen
Pelas ruínas de Machu Picchu – Foto by Évelin Karen

Como eu não consegui comprar a passagem pra voltar de trem (erro no site e no guichê só aceitava doletas), fiz o tour corrido e fui embora. Quem vai com tempo pode continuar caminhando com mais calma, mas não pode ir e voltar dos lugares pelo mesmo caminho. Lembrem-se: antes da saída é possível carimbar seu passaporte. Mais uma forma de deixar Machu Picchu ficar marcado na sua história.

Saí do parque e fiz a trilha de volta das escadarias quase correndo. Cheguei na parte debaixo derretendo e com as pernas bambas. Respirei fundo, coloquei o sorriso no rosto e encarei as duas horas de trilha de volta até a hidrelétrica.

A alegria de quem conheceu mais 1 das 7 maravilhas do mundo – Foto by Évelin Karen

Minha volta foi um tanto conturbada, já que demorei quase uma hora pra encontrar o carro que eu iria embora. Me senti um saco de batata porque cada motorista me jogava pra uma van diferente. Na estrada muito medo, já que era noite, em alguns trechos chovia, em outros nevava e é claro que o motorista corria loucamente. Em um ponto da viagem um dos passageiros comentou com o motorista “a estrada é bem perigosa, não poderia ir mais devagar?” E o motorista respondeu com toda a delicadeza “quem está dirigindo? Eu ou você?”. Achei que ia estourar a terceira guerra mundial, mas parou por aí e eu continuei o caminho rezando e pedindo a proteção de Deus.

Cheguei em Cusco depois da meia noite, fui pro hostel, tomei banho e capotei. Não dormi muito bem porque desta vez fiquei num quarto com gringos bem barulhentos (quem faz a mala às 3 da matina?). Ainda tinha um dia e meio em Cusco e a vontade de conhecer a tal Montanha Colorida, mas o cansaço me venceu e acabei optando por um passeio mais de boa: City Tour em Cusco para fechar minha saga no Peru!

On the Road – Peru – Day 8 – Cusco – Vale Sagrado

On the Road – Peru – Day 8 – Cusco – Vale Sagrado

O tour pelo Vale Sagrado é algo mais que clássico para os turistas que visitam Cusco. Diversas agências oferecem o passeio, por isso é possível negociar e fechar um bom negócio.

A caminho do Vale Sagrado – Foto by Évelin Karen
A caminho do Vale Sagrado – Foto by Évelin Karen

O meu tour saiu da Plaza de Armas por volta das 08:30.  Paramos primeiro num centro de artesanato onde encontramos várias opções de lembrancinhas e estas lhamas e crianças fofinhas.

Da série Fofuras Peruanas – Foto by Évelin Karen

Andamos mais um pouco e descemos para comprar o famoso boleto turístico, obrigatório para entrar em diversas atrações do circuíto. Nosso primeiro sítio arqueológico foi Pisac. Fiz várias fotos e um tour recheado de histórias que nos fazem retornar à época da escola. Em alguns momentos a gente se sente num documentário da Discovery Channel. Muito legal aprender os significados e as funções de cada construção e invenção de anos e anos atrás.

Vale Sagrado – Pisac – Foto by Évelin Karen
Turistando em Pisac – Foto by Évelin Karen
Vale Sagrado – Pisac – Foto by Évelin Karen

Paramos para almoçar na cidade de Urubamba num restaurante super delicinha. Comida e sobremesa inclusa no valor do meu passeio (que já não me recordo mais) e bebidas pagas a parte. Tivemos uma boa variedade de pratos e é realmente uma pena eu não ter mais detalhes do local pra compartilhar com vocês. 

Docinhos que gosto pouco #sqn – Foto by Évelin Karen

Na parte da tarde visitamos Ollantaytambo. É dali que muitos turistas decidem embarcar nos trens com destino a Águas Calientes – Machu Picchu. Achei o lugar bem arrumadinho, cheio de lojinhas e barzinhos bonitinhos (bem turístico). Ouvi mais histórias e fiz mais fotos pelas ruínas incas. Além disso, ali pude ver melhor o contraste entre as construções antigas que se mesclam com a cidade atual.

Vale Sagrado – Cidade x Montanhas de Ollantaytambo – Foto by Évelin Karen
Vale Sagrado – Cidade x Montanhas de Ollantaytambo – Foto by Évelin Karen
Vale Sagrado – Cidade x Montanhas de Ollantaytambo – Foto by Évelin Karen

Vale Sagrado – Cidade x Montanhas de Ollantaytambo – Foto by Évelin Karen

A parte que eu mais gostei no meu tour no Vale Sagrado foi da penúltima parada numa loja em Chinchero que vendia uma grande variedade de artesanatos locais. Até aí nada de novo, mas a diferença se comparado com outros rolezinhos de compras é que neste nos foi mostrado o processo de produção artesanal das roupas: como era a lã de alpaca, como ela era lavada utilizando detergente natural (o negócio parecia nabo ralado e na água fazia uma espuma branquinha que deixava aquela lã imunda clarinha em questão de segundos), da onde eles extraem as cores para tingir as lãs (sementes, folhas e outras coisas da natureza), assim como o processo de tecer. Tudo isso misturado com muita simpatia e humor das chincheras. Ainda rolou chazinho quentinho pra aquecer aquele fim de tarde. Nem preciso dizer que muita gente gostou do atendimento VIP e comprou várias lembrancinhas.

Que dizer destes pets na parada do mercado em Chinchero? – Foto by Évelin Karen

A última parada do meu tour pelo Vale Sagrado foi em Chinchero onde existe outro sítio arquelógico e a igreja mais diferente que eu já vi na vida, com pinturas da escola de arte cusqueña. Confesso que nunca tinha visto nada parecido, por isso achei a Iglesia Colonial de Chinchero um pouco sinistra (peço desculpas pela falta de conhecimento em artes, mas as pinturas me causaram desconforto). Não é permitido tirar fotos lá dentro, por isso não terei como compartilhar com vocês 🙁

Vale Sagrado – Iglesia Colonial de Chinchero – Foto by Évelin Karen
Vale Sagrado – Iglesia Colonial de Chinchero – Foto by Évelin Karen

Voltei para Cusco, cheguei no Pariwana depois das 19:00, tomei um banho e ainda fui curtir a noite do Loki Hostel. Festa, beer pong, reggaeton, funk e as migas loucas que eu tinha conhecido em Huaraz: Mari e Manu.

A noitada foi mara! Fui dormir as 3, acordei 06:30, fiz check out, guardei minha bagagem no locker e parti para minha saga até Águas Calientes. Conto tudo pra vocês como foi conhecer Machu Picchu no meu próximo post!!!

On the Road – Peru – Day 7 – Lima (City Tour)/ Cusco

Você é daquelas que visita uma cidade turística e não sente que a viagem está completa enquanto não faz um city tour? Eu sou destas e é claro que Lima não poderia ficar de fora da minha listinha. 

Lima – Foto by Évelin Karen

Em Lima existem duas empresas que possuem passeio em ônibus turístico: a Mirabus e o Turibus. Tinha visto os horários dos tours destas empresas previamente pela internet e tinha me programado para realizar o passeio no dia que cheguei em Lima, mas como rolou aquele atraso acabei não fazendo. Porém, na rua do hostel onde fiquei hospedada encontrei a agência Cólon Travel e foram eles que salvaram minha vida. Conversei brevemente com a Amparo no primeiro dia de viagem, peguei o cartão dela e reservei tudo por e-mail ainda em Huaraz. Fui muito bem atendida pela Amparo que fez de tudo para que eu embarcasse neste passeio (leia-se pegar o próprio carro e me levar até a van que já tinha passado pela agência). Investimento: 87 soles!

O tour começou em Miraflores, próximo ao shopping Larcomar e com aquela paisagem belíssima em frente ao Pacífico. 

Vista do Larcomar – Foto by Évelin Karen

Passamos pela Parque John Kennedy o qual eu já tinha conhecido no dia em que cheguei e em questão de minutos estávamos em Huaca Pucllana: nada mais nada menos que ruínas de pirâmides consideradas território sagrado pelo povo Inca. No meu passeio tive apenas uma visão panorâmica, mas quem gosta de história e tem interesse e tempo vale a pena comprar o ingresso para fazer um tour em Huaca Pucllana e assim descobrir um pouco mais deste patrimônio incrível. 

Huaca Pucllana – Foto by Évelin Karen

Seguimos viagem e admiramos um pouco as ruas e construções do bairro de San Isidoro que possui uma bela arquitetura. Por ali também vimos o Parque La Reserva onde a noite acontece o famoso Circuito Mágico das Águas.

Nossas paradas ficaram concentradas no centro histórico colonial. Passamos pelo Paseo de la Republica, Plaza Mayor, Palacio de Gobierno, Museo del Banco Central, Casa de Literatura Peruana, Plaza San Martín e a famosa Catedral de Lima.

Casa de Literatura Peruana – Foto by Évelin Karen
 Lima Colonial – Foto by Évelin Karen
Palacio Municipal de Lima – Foto by Évelin Karen
Palacio de Gobierno Lima – Foto by Évelin Karen
Basilica Catedral de Lima – Foto by Évelin Karen

Também passamos por uma ruazinha perto da Catedral onde paramos numa lojinha e fizemos uma degustação de Pisco Sour que estava delicinha, mas fiz a viajante mochileira e não comprei.

A tal ruelinha – Foto by Évelin Karen

Nossa última parada foi na Basílica y Convento de San Francisco. Entramos na Igreja, fiz minhas orações, além de admirar a bela arquitetura e as pinturas do lugar.

 Iglesia de San Franscisco – Lima – Foto by Évelin Karen
Por dentro da Iglesia San Francisco – Lima – Foto by Évelin Karen 
 Iglesia San Francisco – Lima – Foto by Évelin Karen
Iglesia De San Francisco – Lima – Foto by amizade instantânea

Depois foi hora de conhecer as famosas Catacumbas. Infelizmente não rola fazer fotos e vídeos lá dentro, mas o lugar impressiona tanto pela história quanto pela quantidade de ossos que vemos.

 Convento y Iglesia San Francisco – Foto by Évelin Karen
Convento y Iglesia San Francisco – Foto by Évelin Karen

O tour começou às 10:00 e perto das 13:00 finalizamos. Foi curto? Um pouco, mas pra mim foi ótimo porque deu pra descobrir um pouquinho dos encantos de Lima. Tivemos apenas 2 paradas para tirar fotos, mas é disso que gosto no city tour: você tem a oportunidade de ver um pouquinho de tudo e assim pode escolher quais lugares voltará mais tarde para explorar mais. Como eu só tinha algumas horas em Lima achei muito proveitoso e fiquei com aquela vontadinha de voltar (mas numa próxima vez teria que ser no verão para eu colorir a Lima cinza que ficou na minha recordação).

No período da tarde fui pro aeroporto, comi um Mc Donalds pra economizar e no fim da tarde parti para Cusco. Cheguei no começo da noite e logo de cara achei o lugar lindo: arquitetura antiga, conservada e bem iluminada. Confesso que fiquei impressionada. 

Noite em Cusco – Foto by Évelin Karen

Em Cusco me hospedei no Pariwana e foi uma experiência bem gostosa. Hostel limpo, café da manhã muito bom, cheio de atividades e com baladinha animada. Caí num quarto com outros 7 meninos (todos brasileiros) e foi suuuuper tranquilo. A noite sempre rolam várias festas com direito a free shots, funk e muito reggaeton.

Nesta primeira noite saí rapidamente pra saber por quanto estavam vendendo os ingressos pra Machu Picchu, assim como comprar meu tour pro Vale Sagrado. Mas este é assunto do meu próximo post!!!