Vai lá e Viaja 2020: o que rolou neste evento

Vai lá e Viaja 2020: o que rolou neste evento

No dia 25 de janeiro de 2020 rolou a 4ª edição do Vai lá e Viaja no Rio de Janeiro. O evento contou com 200 participantes e 9 palestras que aguçaram ainda mais o desejo incontrolável do viajante de cair na estrada.

Para alguns a viagem serve como pano de fundo e ferramenta de transformação, para outros é o combustível para produção de conteúdo ou criação de novos projetos de trabalho e de vida. Fato é que se você já curte viajar é impossível sair do evento sem aquela vontade louca de fazer as malas.

Cada um dos palestrantes conseguiu mexer comigo de alguma forma: a Cris Marques do @raizesdomundo falou sobre um tipo de expedição que há um tempinho tenho vontade de conhecer, as viagens vivenciais. O André @andresemfronteiras contou um pouco sobre as riquíssimas experiências que ele viveu na estrada, assim como os aprendizados pois nem sempre tudo acontece como planejamos e tá tudo bem! Já o Guilherme @naomeesperaprojantar nos divertiu com suas histórias de mochileiro roots (gente da gente) e ainda me deixou com mais vontade de atuar como guia de turismo (pra quem não sabe, sou credenciada pelo Ministério do Turismo como Guia).

A tarde foi hora de aprender um pouco mais sobre produção de vídeos com a Dani e o Lucas do @casal.rec, ver como conhecer diversos países tendo a viagem como prioridade de vida, além de vencer alguns pré conceitos com a Ana do @pelagalaxia, se inspirar com os números da Amandinha do @prefiroviajar que leva a viagem como um business real, oficial. Depois foi a fora de ver a primeira palestra da Aline e Renata do @mundosemmuros, que compartilharam conosco algumas experiências da estrada e números que impressionam (gastar pouco mais de 4 mil reais em uma viagem de 6 meses na Europa é para poucos, aliás, elas foram as pessoas que mais me inspiraram na realização do sonho do Meu Sabático de 100 dias. finalizamos com as palavras do organizador do evento, grande @vazaonde, que também deixou de lado uma profissão promissora para ganhar a vida no mundo das viagens.

No geral, o evento é uma grande confraternização de viajantes de diversas vertentes. E no final, nada melhor que curtir uma noite de temperatura agradável em terras cariocas tomando cerveja gelada no buteco mais próximo ao evento e trocando histórias com outros viajantes que acabamos de conhecer.

Pra completar o combo, na manhã do dia seguinte, o Vaz ainda organizou uma “excursão” até o Mirante Dona Marta para curtirmos o nascer do sol naquela vista incrível. Condição perfeita para sacar a câmera e já fazer fotos lindíssimas para rechear nosso feed. 

Mirante Dona Marta – Foto by @mundosemmuros

E é por isso que eu digo e repito: se você curte viajar, tente participar de pelo menos um evento desta área, pois eles costumam ser bastante inspiradores.

Lembrando que nos dias 7 e 8 de março acontecerá em São Paulo o II Encontro Brasileiro de Mulheres Viajantes. Já falei sobre este evento neste post aqui, mas se você tem interesse e ainda não comprou seu ingresso, clique aqui e bora trocar umas figurinhas de viagem nestes dois dias!

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Bem vindos ao Eve from Mogi!

Chegou a hora de apresentar para vocês o meu novo eu: o Salada de Abobrinhas (blog), evezoca (Intagram), eveturisteira (Facebook) e até mesmo evelinthegirl (Twitter) viraram um nome só: Eve from Mogi!

Mas por que Eve From Mogi?

Acredito que quando pensamos em um nome precisamos criar algo que reflita um pouco sobre nossa personalidade ou quem somos, não é mesmo?

Quem me conhece sabe que eu amo minha cidade: Mogi, a terra do caqui, que apelidei carinhosamente de alpes mogianos. Amo viajar, mas amo mais ainda saber que sempre terei para onde voltar!

Então depois de muito matutar percebi que esta deve ser a minha identidade online.

E o que esperar deste blog?

No Eve from Mogi eu quero compartilhar tanto as minhas viagens, como experiências, paisagens, pessoas, histórias, destinos e as viagens que faço lendo um livro, assistindo um filme, conversando entre amigos… tudo aquilo que eu considero relevante, pois não quero me prender a um padrão.

E quem é a Eve?

Eu sou apenas uma rapariga latina americana, sem dinheiro no banco! Brincadeiras a parte eu amo escrever, viajar, conhecer novas pessoas, novos lugares e vivenciar novas experiências.

Então forma-se a equação:

Minhas viagens + vontade de escrever + desejo de compartilhar minhas aventuras com o mundo = meus canais de conteúdo!

Canais de conteúdo? Quais?

Atualmente o foco está em textos no blog, stories e posts no Instagram.

Também estou planejando e preparando uma série para o Youtube, pois nos próximos meses terei muito material para compartilhar com vocês. Fiquem de olho e me aguardem!

O fim de uma era

E depois de 6 anos, eis que finalizo as atividades do meu Blog Salada de Abobrinhas.

Em janeiro de 2008 resolvi começar a transformar em textos alguns dos pensamentos que martelavam na minha cabeça.

Já em 2013 mudei a proposta do blog para focar em viagens, turismo e lazer.

Foi bom enquanto durou, mas… as coisas mudam e eu também precisei mudar: de endereço, de nome, de formato…

Ficou curioso? Em breve tem novidade no ar!

Por hora fica aqui meu agradecimento: muito obrigada Salada de Abobrinhas por deixar eu me expressar sem medo de ser feliz!

10 curiosidades sobre o Uruguai by Eve

O Uruguai é um país super pequeno, mas cheio de culturas e encantos. Nos posts anteriores falei um pouco sobre minha experiência em terras urugauias e awui separei pra vocês 10 curiosidades que me chamaram a atenção.

– “Sanatório” no Uruguai são os hospitais particulares (não pensem que são hospícios);

– Produtos como Kolynos, Lays, Oreo e Milka são vendidos em todos os lugares (porque aqui é difícil de encontrar e há anos a Kolynos virou Sorriso);

– Os venezuelanos da Herbalife no hostel estavam tentando conquistar novos territórios, pois parece que lá a marca ainda não é forte. Já aqui no Brasil…


– Levar pesos uruguaios do Brasil, normalmente, não vale a pena. Até no aeroporto de Montevidéu você consegue comprar moeda local mais barata (sem contar que em muitos lugares é possível pagar com reais ou dólares);

– Encontrei uma carioca muito louca no ônibus turístico que foi pra Montevidéu com a amiga hipponga que, obviamente, fez amigos maconheiros e estava toda feliz porque lá é tudo liberado;


– Segundo a gravação que eu ouvi no ônibus turístico, Montevidéu é a capital mais verde da América Latina;


– Quando chegamos na imigração do aeroporto de lá temos painéis informando o número do guichê, já aqui em Guarulhos temos uma pessoa gritando os números parecendo um narrador de bingo enquanto os atendentes que estão livres também se esguelam para que a fila ande;


– Achei a quantidade de pobres proporcionalmente pequena se compararmos com as grandes metrópoles brasileiras;


– Minha primeira impressão foi: frio e fight. No ônibus para Punta dois homens discutiram feio por causa daquela divisão entre os assentos que todo mundo quer encostar o braço… Foi preciso que o juiz (cobrador) entrasse na luta e quase que rolou cartão vermelho;


– Em Punta del Este as residências possuem nome e não existe nome de ruas;


E este, por hora, foi meu último post sobre o Uruguai, mas espero em breve voltar e trazer mais fotos, histórias e curiosidades!

On the Road – Montevidéu – Punta Del Este

Bom pessoal, como prometido chegou a hora de contar pra vocês sobre a minha viagem para o Uruguai (que será dividida em 3 etapas: On the Road, Vídeos e Curiosidades). 

Começando pelo aéreo, comprei minha passagem pela Gol na Black Friday achando que estava fazendo um ótimo negócio: paguei R$ 686,00 com as taxas. Já tinha tempos que eu estava pesquisando os valores e sempre estava em torno de R$ 800, R$ 900,00, por isso comprei sem pensar 2 vezes. Porém, no início deste ano foi aniversário da Gol e adivinhem para quanto foi a passagem? R$ 459,00 com as taxas… Fiquei #chatiadissima, mas tudo bem.

Punta Ballena – Foto by Évelin Karen


Cheguei em Montevidéu por volta de 13:10 do domingo. Aeroporto limpissimo, organizado e com wifi de graça (aliás, quase todos os lugares tem wifi: ônibus de viagem, ônibus turístico, rodoviária, padarias… Cada paisagem é um flash com direito a post no Instagram). Do aeroporto peguei um ônibus direto para Punta del Este que, realmente, é a cara da riqueza. Fiquei hospedada no hostel El Viajero Praia Brava Hostel que eu super recomendo. Ótimo custo benefício, instalações limpíssimas, quarto privativo com banheiro e TV… um ambiente bem gostoso.


Porto de Punta del Este – Foto by Évelin Karen


Como o próprio nome do hostel diz, fiquei na Playa Brava. Só deixei as malas no quarto, sai para caminhar e já pude ver a escultura La Mano (aqueles famosos dedos que surgem da areia da praia). Mirei o mar, fiz algumas fotos, passei num mercadinho e já comprei minhas primeiras barras de Milka para enganar o estômago até as 20:00 (hora que os restaurantes abrem para servir o jantar). Minha primeira refeição foi um entrecot com muitas fritas. Delicioso, mas obviamente sobrou muita batata.


La Mano – Foto by Évelin Karen


Dormi super em dúvida se partia no dia seguinte para Montevideu no início da tarde ou ficava em Punta para o city tour (que só é feito durante a tarde) e pegava a estrada a noite. Por sorte escolhi a segunda opção.


Farol – Foto by Évelin Karen


No meu segundo dia, pela manhã optei por caminhar pela cidade. Comprei outros Milkas , fui ao Cassino e infelizmente não fiquei rica. Nunca tinha ido em um, mas gostei: o negócio é from hell, viciante e um veneno pra quem tem labirintite ficar olhando aquele gira gira quase sem fim. Almocei uma milanesa gigantesca que veio acompanhada de uma montanha de purê de batata. Voltei para o hostel e rapidinho o pessoal do city tour veio me buscar.


Homenagem à Iemanjá – Foto by Évelin Karen


A primeira parada foi um porto de pequenas embarcações onde vimos leões marinhos. Próximo ficam os bares e restaurantes mais badalados da cidade.


Lobo Marinho no Porto de Punta del Elste – Foto by Évelin Karen


Depois passamos por um, ponto da cidade onde nos 4 lados do cruzamento podemos ver água (seja do Rio del Plata ou do oceano Atlântico). 
Passamos também por uma ponte que parecia parte de um parque de diversões, com direito à velocidade alta, friozinho na barriga e muita diversão.

Ponte do Rio que [não] cai – Foto by Évelin Karen


Depois fomos para Casapueblo que fica em Punta Ballena. Diz a lenda que este projeto do artista Carlos Páez Vilaró demorou mais de 30 anos para ficar pronto, pois ele fez questão de moldar toda a construção com as mãos. O complexo é dividido em 3 partes: casa do artista, museu e hotel. 


Casapueblo – Foto by Évelin Karen


No museu, além de conferir as obras da galeria de arte, podemos presenciar um pôr do sol incrível com uma vista privilegiada, poema ao fundo e música de trilha sonora. E eis quem quando o último raio de sol se põe, a voz cessa e a música termina numa sincronia mais que perfeita. 

Pôr do sol em Punta Ballena – Foto by Évelin Karen


Logo após o city tour peguei minhas malas, fui pra rodoviária e voltei para Montevidéu. Já no táxi, a caminho do hostel, descobri com o motorista que a cidade estava vazia, pois toda a Semana Santa é considerada feriado. Cheguei morrendo de fome e sonhando com algumas empanadas, mas tudo que consegui foi um mix de herbalife. Não gostei do local: achei o Montevideu Port Hostel estranho, quarto privativo pequeno, sem tv, nem banheiro privativo, muito cheiro de tinta, sem gringos magia, mas pelo menos era limpo. Dormi e no outro dia fui conhecer a cidade. 


Orla Montevidéu – Foto by Évelin Karen


Optei pelo city tour do ônibus turístico em que você compra um ticket e tem direito de utilizar o ônibus durante 24 horas, descendo e subindo nas paradas que desejar. Saí do Mercado del Puerto e conheci todos os pontos turísticos sem descer. 

Plaza Independencia – Foto by Évelin Karen


Saltei no Mercado del Puerto onde era a o ponto final, almocei uma massa com uma espécie de molho de queijo a la “macarrone and cheese” dos americanos e tomei várias doses de espumante que era cortesia da casa (além de cerveja Patricia). De sobremesa escolhi o famoso candombe de chocolate que era uma mistura de chocolate, sorvete e recheio de doce de leite.

Candombe de Chocolate – Foto do Iphone by Évelin Karen


Voltei para o ônibus e decidi conhecer o Jardim Botânico (que não achei lá estas coisas e ainda por cima fui gravemente picada por mosquitos). Fiz mais umas fotos, voltei pro hostel, tomei um banho e descansei para ter pique para a noite.


Jardim Botânico – Foto by Évelin Karen


Acabei indo no famoso bar Fun Fun. Decorado com camisas de times de futebol do mundo inteiro, ambiente super gostoso com direito a show de tango e apresentação de artistas tocando música regional. Um programa super uruguaio num ambiente com pessoas de vários países proporcionando uma experiência maravilhosa.


Fun Fun – Foto de Iphone by Évelin Karen


Meu terceiro dia era o dia do adeus e meu consolo foi gastar meus dólares no Duty Free. Ia comprar mais um Nina Ricci, mas me rendi ao 202 Rosé. Alfajor, Milka, chocolates e muita gordice.

E assim terminou mais uma viagem. No próximo post meus famosos vídeos.