A maionese

A senhora das sandálias de plástico resolveu enfrentar o frio da manhã, mas era por uma causa justa: precisava garantir a felicidade instantânea e provavelmente interna de alguém de suma importância.

Então ela caminhou por longos minutos, enfrentou grandes ladeiras, dolorosos pedregulhos, certos obstáculos, também conhecidos como trechos de lama, mas não se importava… nada servia de razão para desistir.

Chegou na feira e fez a feira com as poucas moedas que lhe restavam no bolso furado. As que fugiram dali foram por culpa de um tal fantasma chamado imposto e que ela não conhecia muito bem. Pra que preocupar com fantasmas se tinha na frente legumes fresquinhos que lhe seriam tão úteis como vidrinhos de tintas aos grandes pintores?

(…)
(sono e dor de cabeça. amanhã continuo)

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