A sétima arte

É estranho quando a gente pára pra pensar e percebe como as coisas acontecem… o “quando”, o “onde”, o “porque”.
O sentido de cada ação, de cada decisão.
Parece que, inconscientemente, seguimos um roteiro em nossas vidas.
Parece que, propositalmente, nossas vidas não só dariam um filme, elas já são e sempre foram uma trama bem definida desde o dia do nosso nascimento.
E tudo isso é exibido diariamente nos cinemas das pessoas que estão a nossa volta e optam por sentar e nos ouvir chorar as pitangas.
E a trilha sonora fica por conta de cada música no Ipod, cada show que presenciamos. Cada música que escutamos no som alto do vizinho.
E o peso de ser o personagem principal da história é um grande fardo, mas somos dignos do Oscar, sempre fazemos um trabalho brilhante, belíssimo, espetacular.
E durante a projeção acontecem vitórias, derrotas, clímax, pontos de virada.
Mas no final o que esperamos?
Não só o final feliz, mas que o filme seja bom o suficiente para se tornar um clássico que faz parte de muitas outras vidas, histórias, filmes.

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